sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Versão da Lara de "Uma noite de sauna em Lisboa"

Por razões diversas estivemos bastante tempo sem publicar nada neste blog. Durante este tempo alguns leitores enviaram-nos mensagens pedindo novas histórias ou perguntando o porquê da longa ausência. Bom… quanto às razões de tantos meses sem novos posts tem a ver por um lado com o facto de nem sempre haver tempo ou disposição para escrever e por outro nem sempre haver novas aventuras para relatar. Embora alguns dos contos que publicámos aqui sejam fruto da imaginação, puras fantasias minhas ou do Charlie, a maioria são histórias verídicas, com algumas pequenas adaptações sim, mas no essencial verídicas. Como já ambos tivemos o cuidado de ressalvar, não fazemos este género de coisas todos os dias. No meu entender se o fizéssemos perderia o interesse. Ainda que ambos gostamos quando algo assim acontece, também ambos gostamos muito do que damos um ao outro, apenas a dois, seja na intimidade da nossa casa, seja em qualquer outro sítio. Há pouco tempo publicámos um relato de uma visita que fizemos a uma nova sauna que abriu há uns meses em Lisboa.
Este relato foi escrito pelo meu marido e basicamente corresponde ao que se passou. Há no entanto alguns pontos que penso precisam de um esclarecimento adicional. É claro que o Charlie tem as recordações dele e eu tenho as minhas. Estou certa que o que ele escreveu corresponde rigorosamente ao que recorda. Mas como se pode ler nesse relato, nem sempre estivemos juntos. Há por isso alguns factos que ficaram de fora do post anterior. São essas lacunas que vou tentar preencher.
Por outro lado ele deixa algumas interrogações. Interrogações e dúvidas que me tem instado a esclarecer. Porque até certo ponto essas dúvidas apimentam a nossa relação, tenho sido sempre vaga nas minhas respostas. Não que haja segredos entre nós, como creio que é patente nos diversos escritos que temos publicado. É antes pelo sal com que essas pequenas omissões, incertezas, dúvidas, temperam a nossa intimidade. Há uma certa sensualidade em ir deixando escorrer a verdade dos factos gota a gota. E sei como é excitante para ele quando, depois da sua insistência, revelo algum pormenor que ele suspeitava mas de que não estava certo. Por tudo isto, este meu texto é também uma resposta a algumas das perguntas que me tem formulado.
Termino este improvisado prefácio dizendo que também eu desconhecia alguns factos. Factos esses de que só tomei conhecimento com a leitura do seu post. Por fim é sempre curioso e gratificante saber a sua perspectiva do que se passou. Saber o que ele sentiu, o que mais o excitou, como ele viu e viveu cada um daqueles tórridos momentos. Em muitos desses momentos eu estava demasiado envolvida, demasiado ocupada, demasiado centrada no meu próprio prazer para me aperceber sequer da sua presença. Ainda que em todas as minhas aventuras extraconjugais ele esteja sempre presente no meu coração, tenho que admitir que situações há em que se me varre do pensamento.
Vamos pois ao meu relato dessa noite:
Deve entender quem me esteja a ler que é impossível alguém ficar indiferente ao ambiente que se respira nestas saunas. Por um lado só o facto de ali se entrar indicia já uma vontade de que algo aconteça. Por muito que se queira disfarçar, ou fingir que apenas se vai lá para descontrair no vapor do banho turco, ou para relaxar na sauna seca, no fundo quem lá entra espera que algo sexual se desenrole. É claro que para os homens que entram sozinhos a expectativa é diferente da dos casais ou da das senhoras. Há de facto mais homens do que mulheres. Isto faz com que nem todos os homens cheguem a “ter direito a alguma coisa”. No entanto, mesmo que nunca cheguem a interagir com nenhuma mulher terão sempre a oportunidade de ver, de observar. Ver e observar ao vivo, algo verdadeiro, genuíno, não uma cena pornográfica da internet. Estou certa que mesmo para quem não participe, será sempre altamente erótico. Para nós mulheres é claro que é diferente. Temos sempre à nossa disposição um leque de singles por onde escolher. Seria falso dizer que esta possibilidade de escolha não é importante. Pelo menos para mim é. Não vou ali para namorar, nem para arranjar amigos ou para conversar do que quer que seja. É certo que se encontra por vezes pessoas interessantes e com uma conversa agradável. Mas a verdadeira razão porque ali vamos tem a ver com sexo. Isto é a verdade nua e crua e não penso que tenha que ter qualquer rebuço em o admitir. Quando me entrego a outro homem é porque me agrada fisicamente. Porque lhe gosto do corpo, dos músculos, das pernas, do rabo ou do pénis (de preferência tudo isso na mesma pessoa). Porque me dá “pica”, “tusa”, “tesão” como lhe queiram chamar. Penso, aliás sei, que há casais que vão lá sem que tenham qualquer envolvimento com nenhum dos numerosos singles presentes. Alguns casais apenas gostam de ser observados. Outros nem isso, fecham-se num privado e pronto (ok, sempre sai mais barato que um quarto de hotel). Respeito, claro, mas não é o meu (nosso) caso. É claro que eu e o Charlie também gostamos de ser observados. Já aconteceu, embora raramente, não ter nada com mais ninguém. Mas mesmo o facto de fazermos amor os dois na presença de outras pessoas e muito excitante. Há nisto sem dúvida um certo exibicionismo. Não é raro nessas ocasiões, tanto do lado dele como do meu, assumir posições que proporcionem a que observa um ângulo mais “cinematográfico”, se é que me entendem.
Como estava a dizer, é impossível ficar indiferente aquele ambiente. Saber que o sexo está na ideia de todos os presentes é só por si excitante. Depois as pessoas andam seminuas. Apenas uma toalha cobre a cintura dos homens e muitos deles ostentam erecções, bem visíveis pelo alto que provocam no tecido. Quanto às senhoras, se forem altas como eu, é difícil cobrir simultaneamente as nádegas e as mamas. É claro que muitas vezes esta toalha acidentalmente (ou não) cai, escorrega, prende-se em qualquer saliência. E não são apenas estes acidentes que nos mostram a nudez. A zona dos duches tem vários chuveiros lado a lado sem qualquer antepara a dividi-los e é separada do resto apenas por vidro transparente. Ninguém ali estranha uma mulher a tomar duche nua ao lado de um desconhecido também nu. É certo que o mais provável é que esse desconhecido não tire os olhos do corpo dela. É provável também que ela, mais ou menos disfarçadamente, lhe lance alguns olhares apreciativos. Não se pense que são apenas os meninos que gostam de ver… Para além de tudo isto, e sem falar nos quartos escuros, nos labirintos ou nas cabines de glory holes, mesmo na sauna ou no banho turco, que são espaços comuns por assim dizer, é frequente tanto homens como senhoras desembaraçarem-se das toalhas e usarem-nas dobradas para se sentarem. Falta ainda falar no jacuzzi, que é como que o centro de todo aquele espaço. É claro que aqui as pessoas estão nuas, nem se imagina como poderia ser de outro modo. Agora que falei no jacuzzi, aproveito para deixar uma pequena nota que para mim é interessante, ou mais propriamente “entesoante”. No jacuzzi sentamo-nos num círculo, mais ou menos próximo de alguém consoante o número de ocupantes. Como a água está constantemente em agitação devido aos fortes jactos e às bolhas de ar, a superfície, embora translucida não é transparente. Quero com isto dizer que todo aquele volume de água deixa sair a luminosidade colorida dos focos submersos, mas, devido à turbulência e à espuma, não deixa ver o que se passa abaixo da superfície. Dito assim parece algo irrelevante. Pois bem, o que transforma esta irrelevância em algo excitante é o facto de podermos estar muito bem a conversar com a pessoa à nossa frente e, sem que mais ninguém se aperceba, termos a mão do parceiro do lado a subir-nos pela coxa ou a nossa a subir pela dele. Já experimentei ambas as situações e é algo que acho excitante, muito excitante. Sobretudo isto acontecer simultaneamente à esquerda e à direita, lol.
Ainda sobre a nudez e a disposição sensual que ela provoca: quando vamos a saunas, eu de início fico sempre um pouco envergonhada. Digamos que necessito de algum tempo para me ambientar. Isto pode parecer pouco sincero da minha parte a quem leu os nossos contos anteriores. Mas é a pura da verdade. Raras são as vezes em que, apesar da insistência dele, me desembaraço da toalha no banho turco. Ainda que ali a neblina de vapor não deixe ver claramente, sinto sempre alguma relutância em ficar despida. Como temos direito a 2 toalhas cada um uso uma para me enrolar e dobro a servir de assento. Sei que é uma idiossincrasia mas como normalmente o banho turco é onde fazemos a nossa primeira paragem, não estou ainda suficientemente à vontade. É claro que à medida que a nossa permanência no espaço se vai alongando, por mil e um estímulos visuais ou tácteis, a tensão (ou devo dizer “a tesão”) vai aumentando, a mente vai-se libertando destes pudores iniciais e não têm sido raras as ocasiões em que, esquecida a preocupação com a toalha, percorro aqueles corredores, ou entro num dos quartos escuros completamente nua. Sem dúvida que quando chego a esse estado de irreverência é porque estou já muito acesa. Nessas alturas dá-me um gozo extraordinário ver como o balanço das minhas mamas atrai os olhares, como os sinto cravados entre as coxas ou como ao passar numa zona mais concorria alguém “sem querer” se encosta mais a mim e algo duro roçar-me no rabo. Ou ainda como algum mais atrevido me pousa a mão na anca e me sussurra ao ouvido um convite ou um piropo obsceno.
Mas sinto que me estou a dispersar, a perder o fio à meada. A minha ideia ao começar este texto era clarificar algumas coisas escritas pelo meu marido. Vou pois tentar manter esse rumo.
A primeira coisa que tenho a dizer é que não sabia que quando estávamos lá no quarto escuro ele tinha possuído a M. Embora tenha acontecido algumas vezes nestas brincadeiras ele ter estado com outras mulheres, isso é pouco habitual. Nas nossas primeiras experiências envolvendo sexo com outras pessoas, custava-me imenso vê-lo com outra mulher. Sabia que não devia ser assim mas era algo mais forte do que eu. Talvez alguma insegurança da minha parte, talvez ciúme, o que é certo é que me causava desconforto. Aos poucos apercebi-me que era um disparate. Estávamos ali os dois, juntos, unidos no nosso amor. O que se passava entre mim e outro homem era apenas sexo e prazer físico. Era algo diferente, novo. Um corpo diferente, uma maneira de tocar, de sentir diferente. E isso era excitante e dava-me um tesão enorme. Mais ainda por saber que ele estava ali ao meu lado a ver-me e a partilhar o prazer que eu sentia. Por que razão não havia o oposto de ser verdadeiro? Aos poucos esse mal-estar foi desaparecendo, esbatendo-se, empurrado para o infinito longínquo pela confiança e pela segurança de me saber amada. A verdade é que também ele demonstrou sempre pouco interesse por outras mulheres. Embora de início achasse estranho, fui-me convencendo que ele dizia a verdade quando me assegurava que o que de facto lhe dava gozo era ver-me a mim com outros homens. Sei que isto pode parecer estranho a muita gente, mas cada vez me convenço mais que o meu marido não é o único a pensar assim. É claro que das vezes que aconteceu estarmos com outro casal, naquilo que vulgarmente se chama swing, ele interagia (que palavra mais estranha para aqui escrever… interagia, comia, fodia… vocês percebem) com a esposa do outro casal. Mas à medida que fomos “crescendo” nestas andanças fomos ambos percebendo que o dito swing não era exactamente “a nossa praia” como se costuma dizer. Não que não gostemos. É excitante estar deitada de costas com as pernas abertas e os joelhos quase a tocar nos ombros, a sentir um pau diferente enterrar-se fundo dentro de mim, enquanto a meu lado, por vezes mesmo com a sua mão apertada na minha, o vejo com o pénis na boca de outra mulher. Mas a verdade é que essas sessões de sexo a quatro foram-se tornando menos frequentes. Ou pelo menos as ocasiões em que entre os quatro havia igual número de pénis e de vaginas, lol.
Com o passar dos anos creio que nos fomos compreendendo melhor, que aprendemos a perceber as fantasias e o sentir um do outro. Ele garante-me, e eu acabei por acreditar, que nada nem ninguém lhe pode dar mais prazer do que eu. Que é para ele mais gratificante observar-me com outros, com ou sem a sua participação, do que ter relações com outra mulher. Embora não goste muito do termo, sobretudo em algumas das aceções em que é usado, creio que hoje nos identificamos mais com o cuckold do que com o swing. Por falar nisso, deixem-me referir num aparte, que há algum tempo o meu querido e amado esposo me ofereceu uma tornozeleira com um símbolo de Vénus entre dois de Marte, tornando assim entre nós “oficial” o meu estatuto de hotwife.
Isto tudo para dizer que não é frequente nestas nossas incursões libertinas ver o Charlie com outras mulheres. Por isso quando li o seu relato fiquei surpreendida ao saber que ele tinha comido a nossa amiga M. Estes nossos amigos, que conhecemos primeiro através de um site da net, vieram a tornar-se não apenas compinchas das nossas aventuras sexuais, mas verdadeiros amigos em todos os outros contextos. Durante as longas ausências de Charlie têm repetidamente demonstrado essa amizade, com apoio, carinho e paciência para os meus desabafos. São também quem me leva uma vez por outra à sauna quando o meu marido se encontra longe.
É claro que não são apenas amigos. Não são simplesmente amigos como outras pessoas amigas. Já por diversas vezes houve interacção (outra vez esta palavra…) sexual entre nós. O Charlie já possuiu a M na nossa cama e várias vezes os vi fazerem oral um ao outro. Inclusive, numa visita que fizemos uma vez a outra sauna, estiveram ambos num lambuzado sessenta e nove enquanto o P a penetrava. Não que tenha prestado muita atenção pois eu própria estava de gatas entre dois singles. Também eu já algumas vezes chupei o P, embora ele nunca me tivesse comido (confesso que com alguma pena minha). Mas a maior parte das vezes os nossos esposos levam-nos para sermos montadas dando-lhe o prazer de observar e deixam para o fim o momento em que as nossas ratinhas, já usadas por outros, lhes recebem o gozo acumulado.
Estou de novo a perder-me. Ok, voltando atrás. Fiquei surpreendida mas agradavelmente. Agradavelmente por saber que ele tinha gostado. Pena não ter aproveitado e gozado o momento até ao fim. Acredito que ela também estivesse a gostar, pois sei o prazer que o pénis do meu marido pode dar. Mas, pronto, foi assim e nada mais há a dizer. Ou aliás, de facto há mais uma coisa a dizer. No seu relato ele diz que a penetrou acidentalmente, que estava só a querer excitá-la, que era só para se “esfregar” nos lábios da coninha dela, etc, etc… não sei se terá sido assim tão acidentalmente. Cá para mim ele aproveitou a confusão que ali reinava para comer a M. Vá lá querido, confessa. Eu sei bem a tesão que ela te dá…
Ora bem, esclarecido este primeiro ponto, passemos ao seguinte.
Quando entrámos lá no quarto escuro, aquilo estava cheio de singles. Os nossos amigos já lá estavam e a presença da M, como de qualquer senhora, atraiu para lá os homens como o néctar atrai as abelhas. Vinda do corredor mais iluminado ao princípio não consegui ver nada. Apenas montes de corpos que se roçavam em mim e mãos que me apalpavam. Perdi o contacto com a mão do meu marido que só voltei a encontrar muito depois no jacuzzi. De seguida senti a toalha que me cobria ser puxada deixando-me nua. Ouvi a voz de P que nos chamava e instintivamente dirigi-me para onde ele se encontrava. Não tinha dado dois passos quando sinto que alguém se encosta a mim por trás. Antes que pudesse reagir tinha dois braços em volta do corpo e um par de mãos sobre os seios. Tomada pela surpresa, hesitei um segundo em libertar-me daquele abraço. Segundo esse que foi decisivo para o que aconteceu a seguir. O tipo tomou a minha hesitação como consentimento e apertou-me contra ele. Senti-lhe a respiração no ombro e uma coisa dura a encaixar-se-me entre as nádegas. Pelo modo um pouco brusco como me apertava as mamas não era de certeza o meu marido. E não sendo ele poderia ser um qualquer daquela dezena de homens que ali estavam. Não que isso importasse. Eu estava ali para gozar e aquela atitude atrevida era deixava antever alguém seguro de si, com carisma, sem receio de uma tampa. Além disso, confesso que o modo como ele se roçava no meu rabo estava a deixar-me os mamilos tesos. Ele deve ter percebido que eu estava a gostar. Pôs-me as mãos na cintura e puxou-me para si com mais força. É claro que eu estava a gostar. Inclinei-me ligeiramente para a frente e espetei o rabo para trás. Senti que o pénis me deslizava por baixo das nádegas e se entalava entre a parte de cima das coxas e os lábios da ratinha. Ele deixou-o estar ali fazendo-o roçar para trás e para a frente. Este contacto deixou-me molhada, o que facilitava aquele deslizar e o tornava ainda mais agradável. Inclinei-me um pouco mais para o sentir mas ele viu esta minha atitude como um convite e no movimento seguinte, o sexo em vez de roçar apenas os lábios entrou na minha ratinha. É claro que eu devia ter pensado que aquilo ia acontecer. Se calhar até inconscientemente quis que acontecesse. Mas nem por isso deixou de ser inesperado. Agradavelmente inesperado devo dizer. Deixei-o foder-me durante alguns minutos pois estava a saber-me bem, mas não sei porquê não quis que ele se viesse dentro de mim. Endireitei-me e virei-me de frente para ele. Com ambas as mãos agarrei-lhe no pénis sentindo como a minha cona o tinha deixado molhado. Resolvi masturbá-lo como compensação. Depois de umas quantas idas e vindas dos meus dedos, ele com uma mão no meu ombro deu-me a entender que me queria de joelhos. Molhadinha como eu estava não me desagradava nada ter aquele belo pau na boca. Como já sabe quem me costuma ler, é algo de que me dá imensa tesão, que sempre me deixa toda molhada. À medida que me ia baixando até ficar de cócoras na sua frente, ia passando a glande pelo corpo. Primeiro rocei-a ao de leve no meu grelinho inchado, depois pelo monte de vénus, pela barriga e pelo umbigo, subindo pelo peito, deixando-a molhar-me cada um dos mamilos... Com as mãos apertei-lhe as mamas em torno do pau e deixei-o gozar um momento aquele aconchego. Quando o tinha à altura do rosto não hesitei e coloquei os lábios em volta da glande. Comecei a chupá-lo com movimentos rápidos da cabeça. Ele correspondeu fazendo-mo entrar todo na boca ao mesmo tempo que me encorajava com frases ordinárias. Não me recordo exactamente quais as suas palavras mas lembro-me de me chamar repetidamente “puta”. Tenho uma vaga ideia de ouvir a voz do Charlie perguntar se estava tudo bem. É bom saber o quanto ele se preocupa comigo, mas ali essa preocupação era desnecessária. Eu estava a fazer o que queria e o que na altura me agradava e aquelas obscenidades mais não faziam que aumentar a minha excitação. À nossa volta os outros singles observavam a minha atuacção e masturbavam-se. Uma e outra mão procuravam-me as mamas ou apalpavam-me as nádegas. De pernas afastadas, um joelho de cada lado dos seus pés, sentia os dedos de alguém que se introduziam na minha ratinha molhada e aberta. Esta situação fazia-me sentir deliciosamente promiscua, despudorada, oferecida, putinha.
Quando senti que ele se aproximava do fim, deixei que o pau se enterrasse todo na minha boca preparando-me para lhe receber o gozo. Ele anunciou-me o orgasmo com mais uma das suas obscenidades “anda, puta, vou-te esporrar toda”. E de facto assim foi, uma forte golfada de sémen inundou-me a boca e a garganta. Receando engasgar-me pois mal conseguia engolir, afastei-me mas continuei a masturbá-lo vendo como ele se vinha para cima do meu peito. Quando aquela fonte secou eu tinha os seios cobertas de esperma. O gozo que me dava senti-los assim, a escorrer, provocou-me uma contracção involuntária dos músculos da vagina e fiquei instantaneamente encharcada. Enquanto o falo permaneceu erecto esfreguei a glande nas mamas espalhando todo aquele leite e sentindo como o seu contacto molhado me deixava os mamilos espetados e duros.
Ele, ao sentir que o pénis lhe amolecia, virou-me as costas e, sem uma palavra, foi-se embora deixando-me ali de joelhos. Para ele eu era provavelmente apenas uma puta que ele acabara de usar. Não que eu me preocupasse minimamente com o que ele ou qualquer outro pudesse pensar. Tinha-me dado gozo o modo brusco, algo animalesco como ele de facto me usara. Ao fim e ao cabo também eu o usara a ele.
Recusei com um gesto os diversos falos que se me ofereciam, levantei-me e tentando orientar-me procurei o sítio de onde antes tinha ouvido P chamar-me. A custo avancei por entre aquela mole de corpos nus e fui encontrá-lo sentado no banco à esquerda da entrada. Sentei-me a seu lado e ele pôs-me o braço por cima dos ombros num gesto protector como que tentando confortar-me do comportamento pouco cortês do outro tipo. Perguntei a mim própria se ele teria assistido, esperando interiormente que sim.
Mal me sentara logo fomos rodeados por vários singles que, sem cerimónia, me exibiam o sexo ou tentavam tocar-me. Sem propriamente os repelir também não os incentivei. A verdade é que gosto destas situações, sobretudo quando estou excitada como era o caso. No escuro, o facto de não ver a cara das pessoas, de não saber de quem são as mãos que me apalpam os seios ou os dedos que se tentam introduzir na minha vulva, de me sentir rodeada de machos entesados que competem pelo meu corpo, tudo isto me deixa como uma fêmea no cio.
No meio daquela confusão a única certeza que tinha era que do meu lado esquerdo tinha a reconfortante presença de P. Embora não pudéssemos ver nada apercebíamo-nos da agitação e do zum-zum alternado que não deixava dúvidas quanto à sua origem. Raparei que também P segurava o pénis e que o manuseava lentamente. Senti vontade de lhe tocar, de o sentir entre os dedos. Apoiei-lhe a mão na perna tentando que o gesto parecesse o mais casual possível. Perguntei-lhe ao ouvido se tinha visto o que eu estivera a fazer. Ele olhou para mim com um sorriso maroto e abanou a cabeça numa afirmativa muda. Ficámos a falar em voz baixa enquanto eu ia deitando disfarçadamente uma olhadela para o membro que ele conservava na mão. Os meus dedos, fingindo-se distraídos, brincavam-lhe no interior da coxa, subindo um milímetro de cada vez. Imaginei que a sua tesão fosse por saber que a esposa estava ali a dois passos rodeada de singles, possivelmente a ser penetrada ou a fazer sexo oral, ou ambas as coisas. Confesso que sentia sobre isso alguma curiosidade perversa. Seria mesmo assim como eu julgava? Estaria ele excitado pelo facto de a saber ali, no escuro, envolvida com outros homens? Ou seria por causa da minha exibição, por me ter visto a foder e a fazer um broxe? De modo a que mais ninguém pudesse ouvir, perguntei-lhe se lhe dava tusa saber que a M estava ali a brincar com o pau de outro menino. Ele virou-se mais para mim e voltou a abanar a cabeça afirmativamente. Este movimento fez a minha mão roçar-lhe ao de leve nos testículos. Era impossível que ele não tivesse sentido mas não lhe vi qualquer reacção. Enquanto íamos trocando esparsos comentários sobre a M ou sobre o Charlie, o meu polegar foi-lhe tocando por baixo do pénis. Quando ele afastou as pernas percebi que estava a gostar do meu toque, mas continuei a agir como se não me apercebesse do que fazia. Fui percorrendo aquele relevo que a erecção provoca na parte inferior do sexo, lentamente, até aquele ponto onde a glande fica a descoberto. Senti que um pouco de líquido escorregadio me deixava o dedo molhado. Continuámos a segredar trivialidades enquanto eu ia espalhando aquela gota em volta do freio, passando levemente os outros dedos pelo tronco ou dando-lhe por vezes carinhosos apertões entre o polegar e o indicador. Ele ia alinhando neste jogo, como se nada de mais se passasse. Dizia-me uma ou outra frase ao ouvido sobre algum dos singles que nos olhavam ou comentava um gemido vindo do lado onde supúnhamos que a M se encontrava. Mas era claro que tanto eu como ele tínhamos a atenção focada naquele contacto electrizante. Estas carícias “inocentes” foram aos poucos tornando-se mais afoitas até já não fazer sentido continuar a fingir. Com o polegar e o indicador fechados num anel logo abaixo da glande fiz deslizar a pele alternadamente. Ele colocou de novo o braço sobre o meu pescoço, puxou-me mais para si e envolveu-me o seio direito com a mão.
Quando os meus dedos se fecharam em torno da erecção ele recostou-se para trás. Tomei isto como assentimento e continuei a masturbá-lo sentindo como o meu mamilo ainda húmido endurecia entre os seus dedos. Meia sentada meia deitada sobre o peito dele, de pernas abertas, sabia como aquela posição deixava exposta a minha fenda e sabia que certamente alguém iria interpretar isto como um convite. A verdade é que no estado em que me encontrava essa interpretação não poderia ser mais correta.
Enquanto a minha cabeça ia escorregando pelo tronco de P, deixando-lhe o sexo cada vez mais perto dos meus lábios, senti que do meu outro lado alguém se sentara e que uma mão me subia pela coxa. Por um momento pensei que fosse o Charlie e afastei as pernas, mas logo percebi pelo modo como me tocava que não podia ser ele. Conheço bem o modo como o meu marido me acaricia. Para mim o seu toque é inconfundível. Mas fosse quem fosse, era certo que sabia o que fazia. O modo como exercia a pressão exacta sobre o meu grelinho, o modo como os seus dedos me acariciavam os pequenos lábios, como os sentia entrar, sair e voltar a entrar na minha grutinha deixando-a cada vez mais molhada, demonstravam experiência ou um dom natural. A verdade é que estava a ficar cada vez mais excitada e ele percebia-o. Abri mais as pernas para lhe facilitar o acesso e deixei-o continuar.
Voltei a minha atenção para o membro erecto que a mão de P fazia roçar nos meus lábios. Sabendo que ele desejava tanto sentir o calor da minha boca como eu desejava tê-lo entre os lábios, toquei-lhe ao de leve com a ponta da língua. O líquido que a glande ia libertando era salgado e ligeiramente ácido. Fui alternando entre rápidos movimentos de mão e prolongados beijos e lambidelas. Por mais erecto e duro que estivesse parecia-me que continuava a crescer e a engrossar. Creio que nunca lhe tinha visto uma erecção tão grande. Baixei a cabeça no seu colo e deixei que se introduzisse todo na minha boca. Senti como a glande me deslizava pela língua, como a cabeça me tocava o céu-da-boca e se alojava na curva da garganta. Não tardou a que o sentisse contrair-se e que daquele membro surgisse uma torrente de lava que me inundou a boca. Enquanto esta torrente pulsava deixei-o entre os lábios e fui sugando sofregamente. Ele não pronunciou uma palavra, não soltou um gemido. Apenas se manteve hirto enquanto eu engolia o seu leite quente. Quando senti que o seu orgasmo terminara, pressionei os lábios em torno do tronco do pénis e, afastando a cabeça, espremi entre eles as ultimas gotas.
Foi assim, meu querido Charlie, que o teu amigo P se veio na boca desta tua amada esposa. Pena não teres assistido, pois tenho a certeza que terias gostado.
Entretanto o tipo que estava ao meu lado e cujo toque estava a dar-me tanto prazer, ajoelhou-se entre as minas pernas. P continuava a meu lado e eu reclinei-me com as costas apoiadas no seu ombro. Levantei a perna direita e coloquei o pé sobre o banco em que nos sentávamos. O single, vendo como me abria para ele, agarrou-me as mamas e começou a chupar cada um dos mamilos. Estes, já erectos devido a toda a excitação anterior, endureceram ainda mais entre os seus lábios. Lentamente, sem pressa, foi descendo com a boca pela minha pele em beijos molhados. Eu percebi onde aquela jornada o conduzia e por um momento hesitei em deixá-lo continuar.
Raras são as ocasiões em que deixo outro homem que não o meu marido fazer-me um minete. Não que não goste. Gosto sim, quando acontece gosto até muito. Mas não sei porquê, no início fico sempre pouco à vontade. Esse momento foi uma das poucas exceções em que me deixei levar pelo desejo. Estava terrivelmente excitada, tanto pelo modo como aquele estranho me tocava como pela tesão que me dera o facto de P se ter vindo na minha boca. Foi talvez este estado de excitação que fez quebrar a regra.
Enquanto este dilema me perpassava pela mente vi-o debruçar-se e por um momento e contemplar a fenda carnuda e aberta que eu lhe oferecia. Depois colocou-me as mãos nas ancas, beijou-me demoradamente o umbigo e foi descendo pelo ventre e pela zona do púbis. Senti como os seus lábios me percorriam o interior das coxas, como se aproximavam aos poucos das virilhas, como lambia o suco que as cobria. Senti-o dar-me pequenas dentadas no monte de vénus e beijar cada um dos grandes lábios. Ao sentir a sua respiração naquela zona sensível afastei instintivamente as pernas. Não sei se pelo estímulo visual que a face dele a poucos centímetros da minha vulva me oferecia, se pelo contacto dos seus lábios na minha carne, um arrepio de volúpia percorreu-me dos pés à cabeça. Não consegui conter um gemido quando a lhe senti a língua entre os lábios vaginais. As provas de mestria com que os seus dedos me tinham antes masturbado eram agora confirmadas pela habilidade com que a sua boca me chupava, pela maneira como a sua língua me penetrava e pelo modo como os seus lábios se colavam em torno do meu grelinho. Assoberbada pelo gozo que me nascia entre as coxas perdi o resto de pudor e de compostura e segurando-lhe na cabeça pressionei-lhe a face de encontro ao sexo. Não posso dizer durante quanto tempo a sua boca, a sua língua, os seus lábios e os seus dedos exploraram a minha vulva. Sei sim que em determinado momento tudo à minha volta girou num caleidoscópio, que deixei de estar ali, que perdi a noção do real. O orgasmo atingiu-me com violência, senti que, partindo de um ponto algures dentro da minha ratinha, emanavam ondas de prazer que me percorriam os nervos, que me inundavam o corpo, que me faziam tremer e que no fim me deixaram numa exaustão, numa fraqueza e num amolecimento plenos. Ele continuou a lamber-me enquanto eu me vinha na sua boca e só quando viu que o meu orgasmo se desvanecia por completo deixou que os lábios se afastassem daqueles meus outros lábios. As suas mãos voltaram a subir-me pelas coxas, pelas ancas e pela cintura e a boca percorreu-lhe agora o caminho inverso até de novo me beijar os seios.
Aos poucos fui recuperando a energia, sentindo de novo o fluir do sangue nas veias e o bater do meu coração abrandou para um ritmo mais próximo da normalidade. Penso que foi nesse momento que o olhei nos olhos. Uns belos olhos castanhos, que me fitavam com interesse. Ele mantinha-se ajoelhado na minha frente e pude constatar como o sexo se lhe empinava numa potente erecção. Eu continuava sentada de pernas abertas com as costas apoiada na parede meia recostada sobre o ombro de P. Enquanto ele me fazia aquele delicioso oral, o meu rabo fora escorregando pelo banco deixando metade das nádegas de fora. Naquela posição nem ele nem eu podíamos deixar de pensar no que se ia passar a seguir. Olhei-o nos olhos e com uma mão de cada lado afastei os lábios da vagina. Ele devolveu-me o olhar por uma fracção de segundo e depois ambos fitamos com intensidade premente o momento em que a glande se aproximou daqueles meus lábios rosados. Ambos vimos como se afastavam e pareciam dilatar-se à medida que o falo avançava entre eles. Senti como o seu membro rígido entrava em mim, como me deslizava entre as paredes da vulva, como me abria, como me enchia por dentro. O desejo reacendeu-se e eu entreguei-me sem reservas. Quis que aquele homem que tão bem soubera, momentos ante, levar-me ao céu, tivesse agora o mesmo prazer que me tinha proporcionado. Quis que entre as minhas coxas tivesse tanto gozo como eu tinha tido entre os seus lábios. Quis fazê-lo retribuir-lhe essa sensação tão forte e tão violenta, mas também tão doce, tão plena. Quis que ele sentisse como a minha vagina lhe podia proporcionar tanto prazer, que ele a sentisse molhada e escorregadia, ardente. Quis tudo isso e este querer era também o querer de o sentir a ele. De ser possuída e possuir. De o sentir penetrar-me. De o sentir encher-me. De lhe sentir o falo abrir-me, a glande percorrer este meu túnel de paredes macias, húmidas, quentes. Queria perceber o momento em que o prazer dele, não podendo mais ser contido, transbordasse dentro de mim. Queria ver-lhe a expressão nesse micro segundo exato em que o sémen lhe começasse a percorrer o pénis, e numa sublime e incontrolável erupção transpusesse o obstáculo final e fluísse livremente no mais profundo do meu canal. Líquido, espesso, viscoso, grosso, quente. Quis que se viesse dentro de mim, que me inundasse, que me enchesse completamente.
Completamente alheada de tudo, dos singles que nos rodeavam, de P em cujo braço me apoiava, do facto de estar na sauna, a minha mente, ou melhor, o meu sentir, era apenas ocupado pela onda de prazer que me dava o deslizar daquele membro. As minhas mamas, quando não estavam apertadas pelas suas mãos, oscilavam fazendo os mamilos descrever um arco oblíquo. Senti como ele ia acelerando o passo à medida que se aproximava do momento final. Como as suas investidas eram mais fortes e cada penetração mais profunda que a anterior. Desejando ardentemente senti-lo ainda mais fundo, levantei os pés do chão e com uma mão por baixo da cova de cada perna, ergui-as até ficar com os joelhos colados aos ombros. De coxas afastadas quanto podia, sentia-lhe no clitóris o embate do púbis. Entre as nádegas abertas, as suas bolas pesadas batiam-me no ânus a cada uma das suas estocadas. Percebi que ele se ia vir um segundo antes de acontecer. Percebi-o pelo modo como me agarrou pelas ancas, pela desmesurada premência com que me puxou para si. O corpo inteiriçou-se-lhe, os músculos retesaram-se-lhe, e a glande começou a ejacular a sua semente no mais profundo da minha vagina. A sensação que aquela descarga quente me provocou, o saber como se esvaía dentro de mim, como o seu esperma me enchia, me inundava foi a gota que faltava para transbordar a taça do meu próprio orgasmo.
É difícil descrever como começa um orgasmo. Não sei como os homens ou as outras mulheres o sentem, mas para mim há sempre um momento preciso em que percebo que me vou vir. Como se um átomo dentro do meu ventre começasse a latejar e fosse crescendo, dilatando-se até já não ser mais um átomo mas uma esfera cada vez maior. Uma onda de choque que vai alastrando, que me vai percorrendo as fibras mais íntimas do ser, fazendo cada pequena terminação nervosa vibrar num excesso de prazer, até brotar numa descarga electrizante, num tremor de todo o corpo, numa tremenda convulsão que me percorre repetidamente.
Pois bem foi tudo isto que senti, toda esta agitação interior mas profunda. Este abalo. Sei que balbuciei incoerentemente que me estava a vir. Que repeti entre gemidos que a minha garganta não conseguia controlar “vou-me vir, vou-me vir…”. As minhas pernas fecharam-se-lhe em torno da cintura e com os pés cravados nas suas nádegas puxei-o para dentro de mim com quanta força fui capaz. Com cada músculo do corpo contraído até à rotura, um esgar de prazer quase doloroso na face, gozei aquele momento interminável. Ele acompanhou-me até ao fim, mantendo aquela tremenda erecção mesmo quando já nada mais tinha para me dar.
Não sei quanto tempo fiquei ainda com o seu membro enterrado em mim, os nossos corpos colados, as minhas mamas espalmadas de encontro ao seu peito. As suas mãos continuavam nas minhas ancas como que esquecidas da pressão com que os dedos se cravavam na minha carne. Com os braços e as pernas apertando-lhe o corpo como um torno, sentia na ratinha como o pénis ainda latejava e me provocava uma réplica tardia daquele orgasmo fenomenal.
Quando pude finalmente recuperar percebi como à nossa volta se tinha feito um silêncio apenas entrecortado pelos gemidos da M. Os nossos corpos separaram-se cobertos de suor e quando tive forças para me levantar amparada pelo sempre presente e carinhoso P, senti que da minha ratinha se derramava um fluxo leitoso que me escorria pelo interior das coxas. Encaminhei-me para o corredor evitando, um pouco envergonhada, os olhares que me seguiam e fui directamente para debaixo de um chuveiro.
E foi assim meu querido Charlie. Foi isto que se passou quando me deixaste lá no quarto escuro. No teu post disseste que não sabias, que querias que te contasse o que ali acontecera. Pois aqui está resposta à tua pergunta. Fui comida, fiz sexo oral ao nosso amigo e a um brutamontes e fizeram-me sexo oral a mim. Tive dois orgasmos, vim-me duas vezes. E digo-o a ti e a quem me ler neste blog que foi uma das melhores fodas que já levei. Perdoem-me o palavrão, mas não há outro modo de dizê-lo. Meu marido querido, conheces esta tua esposa e sabes o quanto te amo como eu sei o amor que me tens. Sabes também como fico quando as situações, os ambientes, a disposição e as pessoas certas se reúnem, se sincronizam para me levar para fora da mulher tímida do dia-a-dia e me transformar numa puta sôfrega de sexo. Sei que não preciso agradecer-te estes momentos pois entre nós não há ligar para isso. Estes momentos são tanto meus como teus e eu sei o prazer que obtens deles através do meu corpo. Para ti, esposo, um beijo de infinito amor.

3 comentários:

carpe vitam! disse...

Costuma ser interessante ler perspetivas diferentes da mesma história, mas neste caso, o que me parece que acrescentou mais foi a sinceridade dos esclarecimentos iniciais.

Porprazer Carlos disse...

Parabéns .
De facto o teu esposo tem de te amar, és magnifica, verdadeira.
Fantásticos....
Puro tesão.
Isto sim é um casal.
Beijo

NightlySun disse...

Absolutely wonderful!