domingo, 15 de abril de 2012

O nosso primeiro dia na Sauna Apolo 56

Havia já algum tempo que andávamos a falar em voltar a um clube de swing. Tínhamos estado por duas vezes no Heaven e uma vez no Glamour. Agora que chegava a hora de nos prepararmos, nenhum de nós queria tomar a iniciativa. Vamos, não vamos? Será que queres mesmo ir? Não será só para me fazer a vontade? Eu quero, e tu? Eu também! Então vamos? Vamos sim! Depois de muita hesitação lá te foste preparar. Sim, porque a tua preparação é sempre mais complicada. Saia? Calças? Calças não, quero que vás sexy. Mas está frio. Também não vais andar na rua, é só de casa para o carro, depois paramos lá mesmo ao pé. Por fim decidiste-te por um vestido, preto, justo. As meias de rede que te ofereci e que tens vergonha de usar. Maquilhagem, base, sombra, lápis, batom… tantas coisas que vocês usam… e nós gostamos… Pela minha parte nada de especial. Ponta acima ponta abaixo. Burro velho não aprende línguas… nem a vestir-se. Enfim, sei que tens a paciência de me aturar. Por isso e muito mais eu te amo. Meia hora, dois cigarros fumados no frio da varanda. Finalmente estás pronta. Linda. Sexy mas com sobriedade. Adoro ver-te produzida. Saímos. Frio de gelar. Dentro do carro á espera que o aquecimento comece a fazer efeito. Conduzo devagar. A minha mão só se separa da tua para meter as mudanças. Ambos estamos expectantes, algum nervosismo embora não seja a primeira vez que fazemos isto. São dez da noite, não há transito. Não demorará muito a chegarmos lá. Saímos da cidade. Via rápida em direcção a Sintra. A IC19 a esta hora é uma pista. Ainda assim conduzo moderadamente. Passamos os desvios… Massamá, Cacém, Paiões, Rio de Mouro, Mem Martins. É o próximo. Percorro o laço em direcção á Abrunheira. A segunda rotunda, não te esqueças, á direita. Semáforos, esquerda, direita. Chegamos. O motor para e cai o silêncio. Nenhum de nós se move. Passam segundos a escoarem-se em minutos. Vamos? Vamos, claro! Sinto a tua mão quente a apertar a minha. Um beijo e saímos do carro. A vivenda parece deserta. Escutamos mas nada se ouve. Será que está aberto? Está, hoje é segunda feira. Estão abertos. Mas não se ouve musica! Estão abertos, devem ter um bom isolamento acústico. Damos a volta á esquina. Tocamos á campainha. Nada. Voltamos a tocar. Não há sinal de vida. Do outro lado da rua passa um homem. Olha para ti. A esta hora, num local deserto, de mini saia e meias de rede. Mas estás acompanhada por mim. Deve-lhe despertar curiosidade mas segue o seu caminho. Voltamos a tocar. Responde-nos o silêncio. Aqui não há vivalma. O que fazemos? Toca de novo. Já toquei quatro vezes. Têm de estar fechados. Momentos de indecisão. O frio corta. Não vamos ficar aqui ao frio. Proponho que voltemos para dentro do carro para decidir o que fazemos. Dentro do carro ainda está quente, aconchegamo-nos em silêncio. Devem estar fechado ás segundas. Mas eu tinha quase a certeza que estavam abertos. Não sabemos o que fazer a seguir. Ficamos a matutar nas expectativas goradas. Proponho irmos a um bar, mas sem grande convicção. Não era o que tínhamos planeado nem o que nos apetecia. Alguma ideia? Nada. Ou talvez, uma ideia idiota. Tens o contacto de alguém a quem possamos perguntar se há algum clube de swing na zona da grande Lisboa aberto ás segundas? Somos tão ignorantes nestas coisas. Mas somos assim mesmo. Perguntar a alguém? Rimo-nos do disparate, mas pensando bem… que temos a perder? Qual a alternativa? Ir para casa. Contacto de alguém? Acho que tenho dois ou três números de telefone, deixa ver. Telemóvel, contactos, procurar… E vamos telefonar a pessoas desconhecidas a esta hora da noite? Só conhecemos as pessoas do messenger, não as conhecemos pessoalmente. Envia primeiro uma mensagem. A quem? Procuro. Á três possibilidades. Os Ks, a F e o casal R. O que queres que escreva? Pergunta se sabem de algum clube aberto hoje. Não vou perguntar isso por sms. Penso. Por fim decido-me a enviar apenas “Podem falar?”. A mesma mensagem envio para os três, plenamente convencido que ninguém vai responder. Passam minutos. Estamos a preparar-nos para voltar para casa. De repente… plim-plim – mensagem. È a F a responder “Posso”. Liga-lhe e pergunta. Liga tu. Porque é que hei-de ser eu? Porque és mulher e acho mais lógico seres tu, lembra-te que só os conhecemos da net. Por fim lá te decides. Está a chamar. Não me recordo as palavras que dizes, algo como: “Desculpa, daqui é a Lara, temos falado algumas vezes no MSN… “. Enquanto conversas ouço entrecortada a voz do outro lado. Parece simpática e pela conversa está a ser prestável. Agradeces repetidamente, trocam beijinhos. Então? Ela diz que hoje só se for uma sauna em Lisboa. Em Lisboa? Mas estamos quase em Sintra! Ela diz que hoje não há mais nada aberto. Só a sauna Apolo 56, na rua Luciano Cordeiro. O que fazemos? Vamos? Não vamos? Não sei… Queres ir para casa? Vamos experimentar? Debatemo-nos na indecisão. São onze da noite. Ir para a sauna significa chegar a casa lá para as quatro da manha. Por outro lado tínhamos querido que esta fosse uma noite diferente. Amor, se quiseres ir para casa eu não me importo. Ficamos os dois. Não preciso de clubes nem de sauna. Tu bastas-me. Amo-te. Não! Vamos! Não estou cansado, digo escondendo um bocejo. Vamos. Vamos. Decidimos. Sabes onde é? Sim, na Luciano Cordeiro, perto do Marques. Bem vamos ver se atino com o caminho. Sou um bocado nabo a andar em Lisboa, a cidade que me viu nascer mas onde nunca morei nem trabalhei. Sou um sem-terra. Arranco de novo. Quando chegamos á IC19 ligo o rádio. M80, sei que gostas. Fazemos agora a via rápida em sentido contrário até ao cruzamento da Amadora. N117 em direcção aos Cabos Ávila. Desvio para a A5 para ir apanhar o viaduto Duarte Pacheco, túnel do Marques, atenção aos 50 e respectiva multa. Não esquecer de sair para o Marques, não queremos ir parar á Fontes pereira de Melo. Semáforos. Rotunda, mais semáforos. Sair na Duque d’Ávila, 2ª á direita. Estamos na Luciano Cordeiro. Que numero é? O 56, é o nome da sauna, Apolo 56. Vê de que lado é? Aqui são os impares, tem de ser do outro lado. E para que lado aumentam os números? Mais á frente ou mais atrás? De lado direito o Elefante Branco, acho que é uma boite. Não conheço nada. Lisboa á noite, criaturas estranhas. Sorte, arranjamos um lugar para estacionar. Novo silencio, imobilidade. Que fazemos? Vamos? Vamos, foi para isso que viemos. Saímos do carro. Na rua passeiam-se criaturas semi femininas. Maquilhagens e cabeleiras por cima de feições andróginas. Mini saias mostram pernas que parecem não sentir o frio. Duas aqui, três além, conversam por entre cigarros. “Esta noite não me apetecia trabalhar até de madrugada” uma frase de passagem diz-nos que não estão a passeio, mas no cumprimento do dever. Mais a baixo dois policias, também eles no cumprimento do dever, abrigam-se do frio que corta. Atravessamos, pois os números pares são do lado direito de quem desce. Olho as placas com os números das portas, finalmente o 56, entrada de um prédio com todo o ar de ser de habitação. Não vemos sauna nenhuma. Ficas a olhar para mim que também não sei o que fazer. Ao lado uma mercearia de bairro, dois trabalhadores carregam para dentro as frutas e legumes que amanha serão comprados por estes moradores. Olham-nos com curiosidade, abrigados no vão da porta. Não podemos continuar aqui. Ao fim de um bocado percebemos o nosso erro, não é o 56 mas o 56A. Mesmo ao lado, o rés do chão do prédio. Mais um olhar e um beijo e tocamos á campainha, a porta abre-se com um clique. Entramos timidamente, como que a medo, num pequeno compartimente que serve de recepção. Paredes escuras, aqui quase tudo é escuro. Posters, horários de funcionamento, regras de funcionamento, anúncios sobre massagens. Imagens de corpos masculinos, musculados a exibir sensualidade. De trás de um postigo uma voz com sotaque brasileiro dá-nos as boas vindas. O postigo está demasiado baixo. Temos que nos dobrar para ver com quem falamos. Ainda não percebemos que é propositado. Quem aqui vem deseja manter o anonimato. Perguntas da nossa parte, embaraçadas, de quem é estranho ao meio. Por fim decidimo-nos a entrar. Contra vinte seis euros entrega-nos 2 toalhas e um par de chinelos descartáveis para cada um bem como uma mão cheia de preservativos. Cada um de nós mete no pulso um elástico com uma chave e uma chapa com o numero do cacifo. A seguir visita guiada. Descemos uma escada para a cave. Os nossos olhos vão-se adaptando á obscuridade. Quem desce á frente? Eu? Tu? Não sei. Enquanto descemos a tua mão está cravada na minha, elo a não quebrar. Uma pequena sala com mesas e cadeiras, um balcão de bar, numa das paredes um plasma exibe um canal generalista, corredores. O recepcionista vai-nos guiando pelo labirinto. Mais tarde aprenderemos a orientar-nos aqui, mas por agora pensamos que nunca iríamos dar um com o outro se nos perdêssemos. Vamos passando de uns espaços para outros. Bancos forrados a napa, tamboretes, pufos, tudo iluminado apenas por pequenas luzes rente ao chão. Espalhados, talvez uma dezena de homens de toalha enrolada. Uns sozinhos outros a dois ou três conversam a meia voz. Sentes que te olham com curiosidade. Continuamos a visita enquanto o nosso guia nos vai descrevendo os privados, a sala dos buracos, glory holes também chamados. A sauna, o banho turco, a sala do baloiço, a sala de cinema com uma bancada em degraus, aqui outro plasma com pornografia. Mais corredor, os vestiários, casas de banho e chuveiros, tudo misto. Uma sala cheia de armários como os vestiários de um ginásio ou de uma piscina. Procuramos os cacifos correspondentes aos números que trazemos pendurados no pulso. Parece não haver ordem na disposição dos cacifos. O meu está aqui, encontrei. Não encontro o meu. Deve ser para aqui, sim, é este. E agora? Agora despimo-nos. Atrapalhas-te. Nunca estiveste num vestiário misto. Eu também não. Mas tu és homem. Vá lá. Não está aqui ninguém. Por fim decides-te. Tiras o casaco, sapatos, meias. As meias de rede. Se soubesse não tinha trazido estas meias. São os collants de rede, abertos nas ancas e entre as pernas. Contávamos ir ao clube. Tirar o vestido causa-te mais pudor. E se entra de repente alguém? Eu já estou despido. Enrolo-me na toalha. Por fim vais á casa de banho. Quando sais já vens enrolada na toalha. Os chinelos descartáveis são uma espécie de uma palmilha de borracha, temos que puxar uma parte para encaixar por cima da outra. Afinal não são desconfortáveis. Olhamos um para o outro. Puxas a toalha para cima para tapar os seios. Puxas para baixo para tapar as nádegas. Não dá para tapar tudo. Beijo-te a incutir confiança. Vamos? Vamos! Outro beijo e entramos no labirinto escuro de mão dada. Nos pulsos as chaves do cacifo e a respectiva etiqueta metálica tilintam a casa passo que damos. Estranhamos a nossa nudez mal coberta pelas toalhas. Debaixo do braço levamos a segunda toalha para colocar onde nos sentarmos… ou deitarmos. Não te afastes de mim, dizes-me ou ouvido. Juntos exploramos os corredores. Onde vamos? Não sei, vamos ver! Alguns homens que passamos, olham-te, disfarçando mal a curiosidade. Ambos sentimos a tensão no ar. Para onde quer que nos dirigimos, olhos brilhantes de luxúria nos seguem. Acabamos por nos ir sentar na sala de vídeo. Num ecrã cenas de sexo. Ficamos a ver sem grande convicção. Afinal nenhum de nós sabe o que esperar ou fazer. A pornografia acaba por ser toda igual. No outro lado da bancada um homem está sentado a ver. Pelo canto do olho percebemos que está mais interessado em nós do que no filme. Finges não notar. Pouco depois entra outro e senta-se não muito longe de nós. Encostas-te a mim. Com uma mão em volta da tua cintura, beijo-te o pescoço. Sinto nos lábios a tua pele ligeiramente transpirada. Sentes a toalha a descair revelando um pouco dos teus seios, mas foi a minha mão que fez descair. Quero expor-te, mostrar-te. Excita-me que te vejam, e sei que apesar do teu pudor também a ti te excita. Coloco a tua mão na minha coxa por entre a abertura da toalha. Mais não preciso fazer ou dizer. Os teus dedos vão subindo numa lenta carícia, como que por acaso. Mas ambos sabemos que não é por acaso. Abro as pernas para te facilitar o gesto. A minha toalha abre-se e não me preocupo em voltar a fechá-la. Encosto-me para trás e apoias a cabeça no meu peito. Estás a olhar para o meu pénis, a vê-lo crescer enquanto a tua mão se acerca dos meus testículos. Sinto-te acariciá-los com a concha da mão. De vez em quando olho para os nossos vizinhos. Mãos por baixo das toalhas em movimentos que não enganam. Quando os teus dedos se fecham em torno do meu pau já o sentes molhado na ponta. Estás excitado Charlie! O teu pau está todo molhado! Continuas a acariciá-lo, sinto a ponta do polegar a espalhar o liquido em torno da cabeça. Adoro o modo como me tocas. Ambos sabemos o que vem a seguir. Ajusto a minha posição para ficares meio deitada e sinto a ponta da tua língua a tocar-lhe. Lentamente, sem que te apercebas afasto o resto da tua toalha. Apoiada numa anca tens o rabo exposto, virado para os dois homens que agora se tocam já sem tentar disfarçar. Acaricio-te as nádegas. Passo a mão entre elas e sinto a tua pele quente em volta do ânus. Os meus dedos exploram entre as tuas pernas. Estás molhada. Sei que te está a dar gozo o que fazes e mais ainda faze-lo á vista de outros. O meu pau está agora na tua boca. Ora sinto os teus lábios deslizar ao longo do tronco, ora ficas só com a cabeça na boca e a tua língua descreve círculos em torno da parte de baixo da glande. De vez em quando levantas a cabeça, e continuando a masturbar-me, olhas para os outros. Eles continuam a tocar-se. Vês-lhes as mãos a deslizar nos paus erectos. Os olhos estão fixos em ti. Do outro lado, por trás da porta, mais uns olhos espreitam. Alguém mais tímido que desvia o olhar quando percebe que o podemos ver. Mas não por muito tempo. A tua boca no meu sexo é como um íman para todos aqueles pares de olhos. Com a mão livre acaricio-te a face, o pescoço, os ombros, as mamas. Outras vezes seguro os teus cabelos e pressiono-te a cabeça fazendo-te engolir todo o meu pau. Aperto as tuas nádegas. Afasto-as para dar aos nossos admiradores uma boa visão do teu rabo aberto. Procuro o teu clítoris e encontro-o inchado. Inchados estão também os lábios da tua vulva. Vou espalhando o liquido do teu prazer, sentindo nos dedos a tua carne húmida. Lentamente introduzo um dedo no teu rabo. Abres-te mais para facilitar, sei que gostas. Esquecida já de vergonha e pudor, excitada pela situação e pelo meu toque, continuas a chupar-me e a lamber-me, sabendo que vários homens te observam e se masturbam. Sei que se continuares me vais fazer vir. Ainda não meu amor! Pára se não venho-me! Relutantemente levantas a cabeça e olhas para mim. A tua mão continua a apertar-me o pénis. Envolvo a tua face com as mãos e puxo-te para mim. As nossas bocas encontram-se num beijo. Os lábios colam-se e sinto a tua língua na minha. Sabe a mim. Apercebes-te então que a toalha já não te cobre, tens as mamas á mostra, estás nua. Vamos para outro sitio! Vamos? Vamos! Levantamo-nos e voltas a envolver-te na toalha. Descemos os degraus da bancada seguidos pelo olhar dos dois homens ainda com os membros erectos na mão. Cruzamos a porta desta sala, dois ou três homens que do lado de fora nos observavam, disfarçam. Novamente percorremos os corredores. Depois de passarmos algum tempo no banho turco a transpirar entramos num dos privados. Um espaço pequeno com um divã de napa. A um canto junto ao chão uma pequena luz que vai mudando de cor. Pergunto-te se queres que tranque a porta. Não encosta só! Respondes-me. Sei que gostas de ser observada. Toalhas estendidas sobre o divã, estamos nus. Abraço-te e beijamo-nos. O teu corpo colado ao meu faz renascer a minha erecção. Enquanto as nossas línguas se beijam, as minhas mãos vão-te percorrendo o corpo. Adoro sentir nelas as tuas mamas. Os teus mamilos grandes e erectos entre os meus dedos. Apoias um pé na cama e ficas toda aberta. Sentes as minhas mãos apalparem-te enquanto brincas com o meu pau. Tenho uma sobre o teu púbis e outra insinua-se no rego entre as tuas nádegas. Sinto-te encharcada e quero penetrar-te. Espera, ainda não! Sentas-te á minha frente e recomeças o que tínhamos interrompido na outra sala. O meu pau erecto desliza entre os teus lábios, lubrificado pela saliva. Atrás de mim sinto a porta entreabrir-se. Também te apercebes mas continuas. Tens uma mão entre as minhas pernas. Sentes nos dedos cada um dos meus testículos. Mais um pouco e sinto a ponta do teu dedo a pressionar-me o ânus. Afasto uma das nádegas e sinto-o entrar. Sabes o quanto eu gosto. Aos poucos, vendo que não nos opomos, alguns dos voyeurs vão entrando. Estão agora uns quatro ou cinco aqui, a verem-te fazeres-me oral. Mesmo ao teu lado vês vários paus a masturbarem-se. Enquanto te apalpo as mamas brincas com a cabeça do meu pénis, nos lábios, na cara, voltas a pô-la na boca e a chupar. Dir-se-ia que o fazes não só para o nosso próprio gozo, mas também por saberes o gozo que lhes dás ao verem-te. Sei que tenho que parar. Quero fazer-te o mesmo. Contra alguma resistência da tua parte afasto-te. Empurro-te para trás com doçura mas firmemente, até ficares deitada de costas. Estás ali deitada, completamente nua e de pernas abertas enquanto a menos de um metro vários homens se masturbam. Ajoelho-me á tua frente e começo a beijar o teu corpo. As minhas mãos acariciam-te as mamas enquanto a minha boca percorre o teu ventre. Lambo o teu umbigo, beijo as tuas coxas. Lentamente vou-me aproximando dos teus lábios carnudos. Depois de um primeiro beijo no clítoris, olho para ti. Tens um braço estendido para trás e outro a tapar os olhos. Mas sei que disfarçadamente olhas para eles. Á fraca luz ambiente, nas cabecinhas daqueles paus tesos, brilham já algumas gotas de liquido. Sentes os seus olhares de luxúria pousados no teu corpo. Embora escondas a face dá-te gozo saberes-te assim exposta. A minha boca está colada ao teu sexo. Entre os meus lábios aperto cada um dos teus lábios. A minha língua entra e sai de dentro de ti. Adoro o teu sabor. Sinto o teu clítoris intumescido. Lambo-o e chupo-o e penso se te estarei a dar tanto prazer como o que eu próprio estou a sentir. Ou como o que tu me dás quando engoles o meu pau. Ao fim de algum tempo mudas de posição. Rodas sobre ti própria e ficas de gatas com as perna entreabertas. Ainda de joelhos tenho á minha frente o teu rabo, como um convite. Apoio uma mão em cada nádega e afasto-as. Estás toda aberta para mim. Vejo o teu clítoris saliente, os lábios da tua vagina abertos e brilhantes mostrando o interior rosado, entre as nádegas volumosas as preguinhas que rodeiam o ânus. Beijo, mordo, lambo. Levanto-me e coloco-me em posição de te penetrar. Chegas-te um pouco para a frente de modo a eu me poder ajoelhar no diva e apoias a cabeça na toalha. Com a mão agarro no pénis e começo a roça-lo em ti. Sinto a glande deslizar lubrificada pelo teu suco. A tua mão alcanças por entre as coxas e guia-lo para dentro de ti. Paro um momento apenas com a cabecinha entre os lábios, e és tu que com um movimento para trás te enterras completamente no meu pau. As minhas mãos agarram-te nas ancas puxando-te contra mim. Sinto o entrar e sair de dentro da tua vagina. Enterra-se profundamente até o meu púbis tocar no teu rabo, depois sai molhado e brilhante até só a glande estar dentro de ti. Tens os braços estendidos para frente e as tuas mamas balouçam ao ritmo dos nossos movimentos. Sinto-te completamente molhada. Como-te assim, primeiro devagar, aos poucos com estocadas mais fortes. Os nossos espectadores aproximam-se e descaradamente olham o teu rabo aberto. Afasto as tuas nádegas para lhes dar uma melhor visão. Sinto que não vou aguentar mais e digo-to. Vou-me vir, amor! Vou-me vir! Sinto-te pressionar para trás, de encontro a mim. As minhas mãos puxam-te com força enquanto me enterro fundo dentro de ti. Durante segundos que me pareceram uma eternidade sinto o esperma a fluir por dentro do pénis. A cada contracção descarrego em ti mais um jacto do meu prazer. O mundo pára para mim. Apenas eu e tu unidos no amor e nesta ternura infinita. Finalmente exausto deixo-me cair para cima de ti. Estou sem forças e fico deitado por cima do teu corpo enquanto o meu pénis amolece lentamente. Com um gesto peço a eles para saírem. Ficamos os dois, os corpos suados ainda colados um ao outro. Sentimos ambos o liquido a escorrer entre as tuas pernas enquanto te beijo a nuca e murmuro no teu ouvido…amo-te Lara, amo-te tanto…

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Meu amor, esta noite usei-te

Nessa noite tínhamo-nos deitado cedo. Contrariamente ao costume bebemos vinho ao jantar. Talvez por este facto, ou porque estivesse cansada depois de vários dias de trabalho intenso, a Lara adormeceu rapidamente. Raramente adormecíamos sem fazer amor. E mesmo quando eu estava mais cansado e sem energia para a penetrar, ela fazia questão que eu me viesse. Ora masturbando-me, ora lambendo delicadamente a cabeça do meu pénis, só descansava quando sentia o esperma quente na boca ou a escorrer-lhe pelos lábios e pelo queixo. Nessa noite porem, quando cheguei á cama senti-lhe a respiração profunda. Quando lhe beijei os ombros e ela não reagiu percebi que dormia. Um pouco decepcionado deitei-me e tentei adormecer. Mas o sono não vinha. Por mais que tentasse não pensar a minha atenção era constantemente desviada pelo calor do seu corpo ao meu lado. Deitada de lado os cabelos espalhavam-se sobre a almofada. Desde que estamos juntos sempre lhe conheci o habito de dormir nua. Colei os lábios ao seu pescoço e coloquei o braço em volta dela. A minha mão envolveu naturalmente um seio. Senti ao tacto a maciez da pele. Entre os meus dedos, o mamilo já de si grande, cresceu, qual botão de carne entumecido. Senti em mim a vontade de a penetrar, mas não quis acorda-la. Encostei-me a ela. Sabia bem o contacto da sua pele. Puxei o lençol para baixo e na semi obscuridade fiquei a contemplar o seu corpo. A minha mão foi-lhe percorrendo as costas, a barriga, a cintura, as ancas, as nádegas. Lentamente puxei-lhe a perna um pouco para cima de modo a que o rabo ficasse mais exposto. Colei o corpo ao dela e senti a erecção a crescer. Ela continuava profundamente adormecida. Afastei-lhe as nádegas e coloquei o meu pau encaixado entre elas. Sabia bem senti-lo encostado ao seu rabo quente. Enquanto a abraçava e lhe acariciava as mamas fui-me roçando nela. A glande roçava no ânus e aos poucos foi-o deixando molhado. Cada vez mais excitado procurei entre as coxas. Para minha surpresa encontro os lábios da vagina molhados. Procurei melhor posição e segurando o pénis com a mão começo a esfrega-lo entre as suas coxas. Mesmo adormecida o seu corpo reagia ao toque. Sentia que a cabeça do meu pau deslizava cada vez mais lubrificada. Mas naquela posição era impossível penetra-la sem a acordar.  Á medida que fazia deslizar a  glande pelos lábios  e pelo clítoris, ia-me masturbando. Por fim, percebendo que não ia aguentar mais, encosto a ponta do pau no ânus dela e venho-me. Sinto o esperma a derramar-se entre as suas nádegas, em volta do ânus, enquanto o meu corpo é percorrido por contracções sucessivas. Aperto-a contra mim e num ultimo espasmo descarrego o resto do meu leite dentro da sua vagina. Fico dentro dela a saborear o momento. Os meus lábios colam-se-lhe no pescoço, nas omoplatas. Deixo-me embalar pelo sono, pensando em como tinha usado o seu corpo para meu prazer. Sei que o amor que sinto por ela me perdoa o egoísmo.