segunda-feira, 5 de abril de 2010

A minha primeira experiencia com dois homens


O meu namorado fez-me uma surpresa



Tudo se passou num hotel em Lisboa durante uma acção de formação minha. Charlie tinha reservado um quarto para nós e combinou comigo que naquele final de tarde, depois de terminar o curso, eu iria ter com ele ao hotel, pois nessa noite iria ter uma surpresa. Confesso que durante toda a tarde me senti nervosa mas ao mesmo tempo ansiosa por chegar ao hotel e ver o que Charlie tinha preparado para mim. Quando sai do curso apanhei bastante transito até chegar a Lisboa. Durante a viagem Charlie telefonou e perguntou se eu ainda estava muito demorada. Ele já se encontrava no quarto á minha espera. O meu coração batia descompassadamente pois eu não imaginava o que me esperava. Sentia-me nervosa e excitada ao mesmo tempo. Quando finalmente cheguei ao quarto é claro que nos beijamos apaixonadamente. Acariciamo-nos… o ambiente ficou quente entre nós. O desejo cresceu até se tornar insustentável. Ele dobrou-me para a frente em cima de uma mesa perto da janela. Puxou a minha saia para cima e baixou-me as cuecas e acabou por me comer ali mesmo. Com as mãos e o peito apoiados no tampo frio da mesa, senti as suas mãos apalparem-me. Sentia que estava a ficar molhada. Ele começou a roçar o pénis entre as minhas nádegas. Afastou-me as pernas e naquela posição senti o seu pau entrar em mim. Durante um bocado penetrou-me assim com alguma brutalidade. Estávamos ambos muito quentes e por isso estranhei quando ele disse que já chegava, que não queria vir-se nem que eu me viesse. A noite ainda mal tinha começado. Ele retirou o pau de dentro de mim e compôs as minhas roupas. Depois do nos termos recomposto e refrescado fomos jantar a um pequeno restaurante perto do Saldanha. Até aqui eu sempre pensei que, embora tivéssemos já falado antes de experimentar com outro homem, a surpresa seria apenas uma noite diferente passada num hotel. Mas durante o jantar ele recebeu uma chamada. Apenas ouvi a parte dele da conversa, mas entendi que dava instruções a alguém sobre como vir ter ao hotel. O meu coração disparou ao perceber que afinal era a sério, que a minha fantasia ia ser realizada. Durante anos fantasiei sobre ter sexo com 2 homens ao mesmo tempo. Mas isto sempre se me apresentou como uma fantasia, algo que eu imaginava por vezes quando me masturbava, mas que nunca viria a acontecer na realidade. Depois de desligar disse –“Vamos para o hotel, a tua surpresa está a chegar”. Por entre beijos e carícias fomos caminhando em direcção ao hotel. No elevador as mãos do Charlie procuraram por baixo da minha saia e encontraram-me molhada. Estava nervosa e curiosa ao mesmo tempo, e sem duvida excitada. Já no quarto estávamos a conversar quando o telefone tocou. Apenas o ouvi dizer –“Sim, pode subir”. Senti o corpo estremecer, o meu coração batia descompassadamente. Quem estaria a subir? O que teria o meu namorado preparado para mim? Quando ele abriu a porta vi um homem dos seus quarenta e poucos anos, alto, forte, com um ar um pouco atrapalhado mas simpático.
Vim a perceber que era alguém com quem tínhamos falado algumas vezes ao telefone, mas que não conhecia pessoalmente. Um amigo “virtual” a quem vou chamar H. Durante algum tempo conversamos os três. Todos estávamos nervosos. Para ele também era a primeira vez. Falamos sobre as nossas fantasias. A minha de estar com 2 homens, a do meu namorado de me ver com outro homem. Ele disse que também era algo com que sonhava muitas vezes: estar com um casal. Disse que era casado e que tinha imensa pena que a mulher não tivesse abertura para tentar algo do género. Ao fim de algum tempo pediu para usar a casa de banho. Na sua ausência eu e Charlie beijamo-nos e ele tentou (sem grande resultado) acalmar o meu nervosismo. Quando H saiu da casa de banho vinha apenas enrolado numa toalha com o cabelo ainda molhado. Nós estávamos sentados em cima da cama e ele veio para junto de nós. Foi ele que começou a beijar-me e a acariciar-me, enquanto dizia que eu era uma mulher bonita e muito atraente. Por entre os beijos e carícias de ambos as minhas roupas foram sendo tiradas. Eu ainda me sentia muito tensa e envergonhada mas ao mesmo tempo excitada e com vontade de desfrutar deles os dois. Comecei a despir o Charlie. Hummm…. Eu na cama com o meu namorado e o nosso amigo H, ambos para me derem prazer. A toalha do H tinha caído e vi o seu pénis em erecção. Nua sentia as mãos de ambos a apalparem-me, as suas bocas na minha pele. Os meus mamilos ficaram tesos entre os seus lábios. Aos poucos os beijos de H foram descendo pelo meu ventre. Eu excitada mas ainda com algum pudor tentei manter as pernas fechadas. Foi o meu namorado que um pouco á força me obrigou a abri-las. Senti então a boca de H na minha ratinha. Ao nosso lado Charlie olhava-nos fixamente.
Agarrei o pau dele e comecei a masturba-lo. Ele beijou-me apaixonadamente na boca e depois foi descendo pelo meu corpo ate se juntar a H. Sentia as suas línguas a explorarem a minha cona. Fui ficando cada vez mais excitada e com a excitação fui perdendo a timidez. Mudamos de posição. De gatas comecei a chupar o pau de H. Era estranho estar a chupar outro homem em frente do meu namorado, mas sem duvida que me estava a dar muita tesão. Charlie veio por trás de mim e começou a acariciar-me as nádegas. Senti as mãos dele procurarem entre elas. Os seus dedos a acariciarem os lábios molhados da minha ratinha, o meu rabo. Afastou-me um pouco as pernas e penetrou-me. Senti o seu pau a enterrar-se todo dentro de mim. Enquanto chupava H sentia as mãos de Charlie agarrarem as minhas ancas e puxarem-me de encontro a ele. Estava a adorar ser assim fodida. Depois de muito sexo e prazer estava na altura de realizar a minha grande fantasia: ter uma dupla penetração. H deitou-se de costas e eu depois de mais umas lambedelas montei-me em cima dele. Com uma mão guiei o pau para dentro de mim. Comecei então a mover-me como gosto de fazer. As mãos de H ora me agarravam pelas ancas ora me apalpavam as mamas. Eu movia-me e a cada movimento sentia o meu grelinho a roçar nos seus pelos. Isto fazia com que ondas de prazer me percorressem. Senti então os dedos de Charlie a acariciarem-me. Ele foi espalhando o liquido que saía da minha coninha e assim lubrificando o meu rabo. Senti um dedo a entrar-me. Depois dois. Enquanto H me fodia, os dedos de Charlie penetravam-me por trás. Ele começou então a roçara a cabeça do pénis entre as minhas nádegas. Embora não pudesse ver-lhe a cara sabia que ele devia estar a olhar para o meu rabo. Deitei-me para cima de H e empinei o rabo. Dava-me tesão mostrar-me assim ao meu namorado. E sei que a ele também lhe dava. Ver-me toda aberta com o pau de H a entrar e sair todo molhado de dentro da minha coninha.
  Senti então que Charlie pressionava a entrada do meu rabo. Fiquei muito quieta para lhe facilitar a penetração. Aos poucos senti a glande a entrar no meu cuzinho. Esta sensação de sentir o ânus a ser aberto lentamente é algo que sempre me deixou louca de prazer, e o meu namorado sabe disso. O pau de Charlie foi entrando em mim ate eu o sentir todo enterrado. Durante uns momentos ficamos os três parados, muito quietos. È difícil transmitir o que senti, foi bom demais. Sabia muito bem estar assim, sentir dois paus em plena erecção dentro de mim. Então Charlie começou a movimentar-se. Aos poucos fomos coordenando os movimentos. Eu mexia-me em cima de H correspondendo a penetração dos dois. Enquanto as mãos de Charlie me apalpavam e puxavam as minhas ancas de encontro a ele, sentia a boca de H a sugar e lamber os meus seios. Sentia dentro de mim a pressão que os dois paus exerciam. Sempre gostei de ser comida no rabinho, mas ter os dois dentro de mim era muito mais que dobro do prazer. Vi assim realizada a fantasia com que sonhara durante tanto tempo: ter o prazer de ser fodida por dois paus ao mesmo tempo. Saber que estes dois homens estavam a usar-me e que isso lhes dava tanto gozo como a mim própria. Não sei quanto tempo assim estivemos. Por fim descansei deitada sobre H e sentindo o corpo de Charlie em cima de mim. Ainda os tinha a ambos dentro de mim e pela erecção que sentia nos dois sabia que não se tinham vindo. Aos poucos senti o pau de Charlie sair de dentro do meu rabo. Ele levantou-se e foi para a casa de banho. Eu rolei para o lado e H virou-se para mim e começou a beijar-me. Percorri-lhe o corpo com a mão ate chegar ao pénis. Estava molhado de mim. Senti-o duro entre os dedos. Sabia-me bem acaricia-lo. Pela expressão dele entendi que também estava a gostar. As suas mãos agarraram-me a cabeça e pressionaram um pouco na direcção daquele sexo erecto. Percebendo o que pretendia debrucei-me sobre ele e comecei a lamber a cabeça. Sabia a mim. Isto excitou-me. Queria retribuir o prazer que ele me tinha dado e comecei a chupa-lo. Primeiro devagar, depois sofregamente. Sempre me disseram que eu fazia um broche perfeito. De gatas em frente dele fiz o que tanto gosto. Alternando entre chupar e masturba-lo, fui sentindo que ele estava cada vez mais perto do orgasmo. Sem que eu me tivesse apercebido Charlie tinha saído da casa de banho e, sentado na cama, olhava-nos como que fascinado. Continuei a chupar H, pois sabia que o meu namorado estava a ter tanto prazer em ver-me como eu em ser vista por ele a fazer um broche. Puxei-o para junto de nos e ele ajoelhou-se de modo a que o seu pau ficasse bem perto da minha cara. Comecei então a chupar alternadamente um e outro. Com um pau em cada mão masturbava um enquanto chupava o outro. Encostei-os um ao outro de modo a que a minha língua lambesse os dois ao mesmo tempo. Sentia o sabor do fluido que aos poucos ia saindo das suas glandes inchadas de tesão. De súbito senti na cara um jorro quente. H estava a vir-se. Antes de eu ter tempo de o meter na boca outro jacto caiu no meu queixo, pescoço e mamas. Abocanhei aquele pau a tempo de engolir o resto do seu leite. Nesse momento Charlie começou a ejacular. Ainda com o pau de H na boca senti o liquido quente de Charlie cair na minha face. Rapidamente o pus na boca de modo a sentir o resto do seu orgasmo. Pressionou a minha cabeça de encontro a ele e senti o vir-se enchendo-me a boca de esperma. Por fim ficou muito quieto. Ainda todo dentro da minha boca foi aos poucos perdendo a erecção enquanto me fazia festas na nuca e no pescoço e me dizia repetidamente “amo-te, amo-te querida”. Aquelas palavras ditas naquele momento e com tanta ternura, tiveram para mim um significado tão especial que nunca as vou esquecer.

Também eu te amo Charlie, muito.
Obrigado por me teres proporcionado tanto prazer e por confiares tanto em mim.
Amo-te