quarta-feira, 2 de maio de 2012

2ª visita á Sauna Apolo 56

A recordação do que tínhamos vivido nessa primeira noite na sauna, manteve-nos durante os dois dias que se seguiram num estado de excitação e empolgamento sexual. As nossas conversas acabavam sempre por ir dar ao mesmo. Revivemos cada momento, cada pormenor do que acontecera na obscuridade daquela cave. Nessa noite, no dia seguinte e na outra noite, fizemos amor e masturbámo-nos mutuamente várias vezes pensando no que fizéramos, fantasiando sobre o que poderia ter acontecido. Por fim, na quarta feira decidimos ir lá de novo. Agora já sabíamos o caminho. Chegámos por volta das 22.30. Mais confiantes do que da primeira vez, entrámos e novamente fomos recebidos pelo brasileiro simpático. Desta vez já não foram necessárias explicações, pagámos, recebemos as toalhas, chinelos e mais uns quantos preservativos e sem hesitar descemos as escadas que conduzem ao piso inferior. Chegados ao vestiário de novo a procura de quais os cacifos que nos tinham sido atribuídos. Se algo aqui deveria ser mudado, era porem os números dos armários por ordem. Isso e arranjarem maneira de as chaves e respectivas chapinhas não fazerem barulho nos nossos pulsos quando nos movemos. A Lara novamente teve vergonha de se despir no vestiário comum. Assim, levou a toalha e, já com os chinelos calçados, foi-se despir para a casa de banho. Minutos depois apareceu enrolada na toalha branca que mal lhe tapava o rabo. Como se fosse um vestido muito justo, mostrava o volume dos seios e deixava as coxas descobertas quase até ás virilhas. Depois de arrumarmos as nossas roupas e sapatos nos armários e de enfiarmos no pulso o elástico com as chaves destes, beijamo-nos e saímos para o escuro do corredor. Mesmo sendo a segunda vez que ali estávamos, não deixávamos de sentir algum nervosismo. Pelos cantos daquele labirinto vimos de novo homens de toalha á cintura que nos deitavam olhares entre a curiosidade e o desejo. Reconhecemos uma ou outra cara da segunda feira anterior. No total estariam talvez oito ou dez indivíduos. Fomos percorrendo os vários espaços, parando um pouco aqui e ali, a ver o ambiente. Falávamos em voz baixa e ao ouvido um do outro. Por fim, acabamos por ir para o banho turco. Esta sala, que penso já ter descrito na mensagem anterior, tem talvez cinco ou seis metros quadrados. Uma bancada em L com 3 degraus permite estar sentado ou deitado. Logo á entrada, por trás de uma porta de vidro fosco existe um chuveiro de agua fria. As paredes são forradas de pequenos azulejos em vários tons de verde, ou pelo menos assim me pareceu á fraca luz ambiente. Quando entrámos vimos um jovem ajoelhado inclinado sobre o sexo de outro individuo. Não era nossa intenção interromper nada. Penso aliás, que teria sido excitante eles terem continuado, e estou certo que a Lara teria gostado de ver. Mas, certamente intimidados pela entrada de uma senhora, pararam e pouco depois saíram ambos do banho turco, deixando-nos sozinhos. Mas não por muito tempo. Eu e a Lara sentamo-nos no degrau superior da bancada, na parte mais afastada da porta. Ao fim de pouco tempo reparo que a sua fronte estava a ficar recoberta de gotículas de suor. Aproximei-me e beijei-a na face enquanto a minha mão se introduzia por baixo da toalha dela procurando o contacto com a pele. Pouco depois sentimos uma lufada de ar frio provocada pela abertura da porta e vemos entrar dois homens que se foram sentar no outro lado da bancada. Aquele que estava mais perto de nos, com uma tatuagem no braço esquerdo, era um tipo alto e bastante entroncado dos seus quarenta anos talvez. Pelo canto do olho íamos observando estes nossos vizinhos, enquanto eles, mais afoitamente, lançavam olhares na direcção da minha mulher. A minha mão continuava a acariciar-lhe o interior da coxa, subindo desde o joelho até tocar no púbis. Aos poucos ela foi-se descontraindo e senti-lhe os músculos relaxarem. As pernas afastaram-se um pouco, apenas o suficiente para que os meus dedos aflorassem os seus lábios vaginais. Perto de nós, víamos os nossos companheiros, cada qual com uma mão por baixo da sua toalha, acariciando-se lentamente e observando-nos cada vez com menos recato. Olhei para a Lara e verifiquei que também ela os observava, tentando sem grande êxito disfarçar. Sentia-me excitado com a situação e percebia que ela também estava, pois os meus dedos sentiam-na molhada. Com a mão livre comecei a acariciar o meu próprio pénis. Já nenhum dos presentes tinha dúvidas sobre o que os outros estavam a fazer. Passado algum tempo de estarmos nisto, o tipo que estava mais perto de nós, olhando fixamente para a Lara, abriu a toalha deixando ver um membro completamente erecto. De pernas semi abertas, masturbava-se lentamente, exibindo orgulhosamente o sexo, como que sabendo que a minha mulher se estava a derreter vendo-o. Curiosamente não havia nada de ordinário nesta atitude. Havia sim uma atmosfera carregada de tensão erótica. Aos poucos a toalha que cobria as pernas da Lara foi-se abrindo mostrando cada vez mais as suas coxas e a minha mão que se movia entre elas. Ela, ou porque não se apercebesse, ou mais provavelmente porque lhe estava a dar gozo, não se  preocupou em fechá-la. Pela minha cabeça passavam imagens do que iria acontecer a seguir. Mas assim não tinha que ser, ao fim de alguns minutos e quando pensámos que ele ia avançar com algum tipo de aproximação, a porta de vidro abriu-se de novo deixando entrar luz e ar fresco. Todos paramos o que estávamos a fazer, embora ele não se tenha coberto com a toalha. Mais dois indivíduos entraram e sentaram-se no degrau inferior directamente em frente da porta. A Lara cobriu-se de novo e eu retirei a mão de entre as suas pernas. Nesta nova situação não nos sentíamos suficientemente à-vontade para continuar e, deixando passar o tempo suficiente para não dar a entender que nos retirávamos por causa da entrada dos novos ocupantes, levantámo-nos e saímos da sala. Cá fora, a diferença de temperatura provocou-nos um arrepio. Meti-me debaixo dum chuveiro e deixei a água quente correr pelo corpo. A Lara, mais envergonhada, não quis desembrulhar-se da toalha e foi-se molhando aos poucos. A minha insistência não conseguiu convencê-la a ficar nua debaixo do chuveiro onde podia ser vista por quem aparecesse. Diverti-me a ver a sua ginástica para se molhar segurando a toalha ora pelas costas ora pela frente. Abraçando-a por trás, ajudei-a a limpar-se enquanto a beijava no pescoço, nos ombros e nas costas. Através do tecido turco senti o volume cheio dos seus seios coroado pelas protuberâncias dos mamilos tesos. Interrompemos as carícias com o aparecimento de alguém que também ia usar os chuveiros. Como a sede apertasse, fomo-nos sentar no bar a beber uma água. Estávamos ambos acesos e queríamos mais. Depois de algumas voltas pelos corredores, acabámos por nos sentar num pequeno recanto meio escondido. Enquanto eu a beijava, a Lara abriu-me a toalha e começou a acariciar-me o pénis. Com a mão percorria todo o comprimento do tronco em movimentos suaves. Os dedos brincavam na glande lubrificados por gotas de liquido viscoso. Aos poucos foi-se debruçando sobre mim e continuando a masturbar-me lentamente, começou a lamber a ponta do meu pau. Iluminados pela escassa luz ambiente, fui notando a presença de vários observadores. De inicio a espreitarem nas esquinas, aos poucos, e não havendo nenhum sinal em contrário da nossa parte, foram-se tornando mais afoitos. Pelo tilintar das chaves nos pulsos, percebíamos que se masturbavam. Inclinei-me mais para trás, ao mesmo tempo que desprendia a toalha da Lara, de modo a dar-lhes assim uma melhor visão tanto da boca dela que trabalhava no meu pénis como do seu corpo nu que eu apalpava até onde, naquela posição, o meu braço alcançava. A dois ou três metros de nós reconhecemos o individuo que tão descaradamente se tinha exibido para nós no banho turco. Encostado a uma parede masturbava-se sem tirar os olhos de nós. Depois de varias chupadelas profundas, manifestamente para beneficio visual dos nossos observadores, a Lara soergueu-se e sussurrando-me ao ouvido pediu para eu lhe fazer sinal para que se aproximasse. Embora soubesse que a minha mulher estava extremamente excitada com tudo aquilo, não esperava que ela tivesse a coragem de sugerir isto. Mas como a tesão dela era a minha tesão e o seu prazer também era meu, depois de alguma hesitação, com um aceno, convidei-o a aproximar-se. Ele veio até nós continuando a manusear o membro erecto. Aos poucos vários dor outros voyeurs foram-se também aproximando. A Lara, num gesto de atrevimento que eu não lhe esperava, ergueu a mão e agarrou o pau dele começando a masturbá-lo. Ao meu ouvido murmurou que ele tinha um pau enorme. E de facto assim era. Tanto em tamanho como em grossura tinha um membro sexual que em tudo correspondia ao resto da estatura. Alto e entroncado, de ombros largos e braços fortes, num dos quais uma tatuagem representava um sol. Um ar másculo amenizado por um sorriso simpático. Mesmo á minha frente via a Lara de olhos fixos naquele pau cuja tesão sentia entre os dedos, e perguntava-me se ela ia perder a cabeça e contrariamente a tudo o que sempre tínhamos falado entre nós, iria pô-lo na boca sem protecção. Felizmente no último momento ela teve a presença de espírito para lhe dizer que colocasse um preservativo. Inexplicavelmente ele disse não ter nenhum com ele. Pode parecer caricata a situação, mas foi exactamente o que se passou. Mais caricato ainda foi, no momento em ele, desiludido, pronunciou estas palavras, nas mãos de vários dos outros presentes que entretanto se tinham aproximado, como por magia, surgiram preservativos. Durante uns segundos ouviram-se as embalagens a serem freneticamente rasgadas e logo vários paus se ofereceram devidamente encapuçados, prontos para a acção. Rodeada de quatro ou cinco homens com os falos em riste, a Lara começou a acariciá-los até escolher, não sei porque critério, aquele ao qual decidiu dar mais atenção. Começando por o masturbar, aos poucos foi-o roçando nos lábios e na cara, para por fim o abocanhar. A minha mão acariciava-lhe o corpo, mas em breve senti outras mãos que também a apalpavam. Sem duvida que estava super excitado a ver a minha Lara, de um modo geral tão tímida e envergonhada na presença de desconhecidos, ali, liberta de pudor e sentindo-se a coberto do anonimato proporcionado pelo facto de saber que não voltaríamos a encontrar nenhum daqueles homens fora daquele ambiente, perder a cabeça e deixar correr toda a sua tesão. Enquanto o escolhido lhe segurava a cabeça e, mais do que ser ela a chupá-lo, era ele que se movimentava, fazendo o pau entrar e sair da boca dela, com as mãos ela ia masturbando outros que se acotovelavam para ficar mais perto. Perguntei-lhe ao ouvido se estava bem, se queria parar. Ela, parando por um momento o oral que estava a fazer, assegurou-me que sim, com um sorriso e um beijo. A humidade que os meus dedos sentiam entre as suas pernas dizia-me que ela estava a gostar do que fazia. Do que fazia  e do que lhe faziam, pois várias mãos lhe apalpavam as mamas, brincavam com os mamilos, desciam pela cintura, pelas ancas, procuravam as nádegas e tentavam introduzir-se entre as suas coxas. Mesmo á minha frente via vários paus tesos que ela ia manuseando alternadamente sem nunca tirar da boca o seu escolhido. A certa altura percebi pelos movimentos dele que estava perto do fim. Com a mão em concha ela acariciava-lhe os testículos enquanto ele, introduzindo-se fundo na sua boca, tinha a primeira contracção do orgasmo. Mais tarde ela contou-me que através da fina película de látex, sentiu o sémen a jorrar quente sobre a sua língua. Após vários espasmos ele imobilizou-se com o pénis profundamente enterrado na boca da minha mulher. Por fim, segurando cuidadosamente no preservativo, retirou lentamente o pénis que começava a perder a erecção. Baixou-se e agradecendo, deu-lhe um beijo rápido nos lábios e depois retirou-se. A Lara virou-se para mim e os nossos olhares fixaram-se por momentos. Depois abraçados dissemos simultaneamente um ao outro que nos amávamos. Este nosso gesto de intimidade serviu como sinal para os outros convivas se retirarem. Respeitosamente, aos poucos afastaram-se deixando-nos a sós. Mas para nós a noite ainda não havia terminado. Ambos estávamos super excitados e queríamos mais. Não sabíamos ao certo o quê, mas queríamos mais. Depois de uma troca de impressões e de beijos, decidimos ir os dois para um dos quartos privados. Enrolados novamente nas toalhas dirigimo-nos de mãos dadas para o mesmo espaço onde, dois dias antes, tínhamos feito amor perante uma audiência de quatro ou cinco pessoas. Estes quartos são pequenos espaços com um cama forrada a napa encostada a uma das paredes e algum espaço do outro lado. Uma pequena luz junto ao chão produz uma iluminação difusa, que no entanto, estando os olhos já habituados ao escuro, permite ver perfeitamente o que nos rodeia. Uma vez no interior, trancamos a porta e desfizemo-nos das toalhas que estendemos em cima da cama. A nossa fome era urgente, e com as bocas unidas num beijo sôfrego, as minhas mãos colaram-se ao corpo da Lara. Os seios fartos com mamilos espetados, as ancas volumosas, as nádegas redondas e cheias, tudo nela me despertava uma imensa tesão e vontade de a comer. Abraçados, sentíamos o calor e o desejo dos nossos corpos, como que uma energia que nos trespassava a pele e que recebíamos de volta aumentada mil vezes. As minhas mãos espalmadas no seu rabo puxavam-na de encontro a mim. O meu pénis erecto encaixava-se entre as suas coxas e eu sentia-o roçar nos lábios molhados da vagina. A minha boca foi-lhe percorrendo a pele, beijando e mordendo, saboreando o sal do seu suor, desde o canto da boca, pela face até ao lóbulo da orelha. Pequenas dentadas em carne tenra. Descendo o pescoço, cravando os dentes nos ombros, sentindo-a estremecer de volúpia. Pelo peito até aos seios, os mamilos tesos entre os meus lábios. A minha mão desceu-lhe pelo ventre, pelo púbis, até encontrar a fenda entre os lábios carnudos. Nos meus dedos senti-lhe o clítoris inchado, teso, um pequeno botão de carne quente e molhado. Lentamente ela foi escorregando pelo meu corpo até ficar sentada na borda da cama. Senti a cara encostada à minha pele, a esfregar-se na minha barriga, nos pelos do meu púbis, no meu pau. Com a boca procurou os meus testículos e durante momentos abocanhou cada um deles. A minha glande roçou-lhe na face deixando um fio de liquido brilhante. Com as mãos acariciei-lhe o cabelo enquanto o meu pau desaparecia entre os seus lábios. Estávamos havia algum tempo nisto quando ouvimos baterem à porta. Sem saber o que fazer, olhei interrogativamente para ela. Nos seus olhos vi o brilho de fêmea com cio. Mais esta expressão do que propriamente a palavra “abre” pronunciada em voz baixa mas firme, fez com que me virasse e destrancasse a porta. Ao abri-la um palmo, vejo do lado de fora o tipo que tinha estado a masturbar-se á nossa frente no compartimento do banho turco e que depois não tinha tido a presença de espírito para ter com ele um preservativo. Sabendo instintivamente que era o que a Lara queria naquele momento, deixei-o entrar e em seguida tranquei de novo a porta. Ele aproximou-se da Lara que não pareceu de modo algum surpreendida. Por baixo da toalha notava-se claramente o volume do sexo. Ela estendeu a mão e afagou esse volume, que foi crescendo com as suas carícias. Ainda através da toalha encostou-lhe a face e com os lábios foi dando pequenas dentadas. Depois puxou-lhe a toalha que caiu no chão revelando um membro em plena erecção, a glande intumescida, com uma gota brilhante na ponta apontando para ela. Sem cerimonia pegou no pénis e exibiu-o para ela num convite. Convite que ela aceitou, pegando-lhe e começando a massajá-lo. Ajoelhei-me por trás dela e com cada uma das minhas mãos nos seus seios fiquei a ver as dela deslizarem em movimentos lentos ao longo do sexo dele. Desta vez vinha prevenido com a camisinha cuja embalagem rasgou num movimento urgente. Entre os meus dedos os mamilos da Lara  estavam rijos. Ele começou a colocar o preservativo, desenrolando-o ao longo da glande, mas foi ela que com o movimento da mão acabou de o fazer deslizar até cobrir o tronco do pénis. Com os olhos fixos nos dele, de lábios entreabertos aproximou-o de si e com a ponta da língua começou a lamber. As lambedelas foram-se transformando em beijos prolongados e os beijos em chupadelas. Enquanto ela lhe fazia oral, eu beijava-lhe a orelha, o pescoço e o ombro, nunca deixando de fitar os seus lábios. As minhas mãos percorriam-lhe o corpo, acariciando os seios ou brincando entre os lábios da vulva. Ele, de olhos fechados, a cabeça inclinada para trás, gozava o prazer que a Lara lhe dava. De vez em quando olhava para ela e fazia-lhe uma festa no cabelo e na face, aproveitando para a puxar de encontro a si. Vendo-os, eu sentia-me contagiado pelo prazer que sabia ser não apenas dele mas também da minha mulher. Saí de trás dela e pus-me ao lado dele, oferecendo também o um pau á sua boca gulosa. Percebendo a minha ideia, ela começou então a chupar alternadamente um e outro. Com um pénis na boca ia masturbando o outro, por vezes juntando-os e lambendo ambas as glandes ao mesmo tempo. Ao fim de algum tempo, ela levantou-se e, de frente para mim, encostou-se a ele que a rodeou com os braços. As suas mãos envolveram-lhe os seios enquanto lhe percorria o pescoço com a boca. Pelos movimentos eu percebia que ela se roçava no pau dele. Empurrando-a gentilmente, ele fê-la ajoelhar na cama, continuando a acariciar-lhe as ancas e esfregando o membro erecto entre as suas nádegas. Ela apoiou-se primeiro com as mãos, depois com os cotovelos e por fim com o peito e a face, ficando meia de gatas, meia deitada, os joelhos afastados, o rabo no ar, aberto num convite. De pé ao lado de ambos eu não tirava os olhos da figura oferecida da minha mulher. Enquanto eu me tocava, vi-o agarrar no pénis e brincar com ele na vagina aberta e molhada da Lara. Repetidamente esfregou-o entre as nádegas dela, passando-o pelos lábios e fazendo a cabeça roçar-lhe no clítoris. Ela estendeu o braço por entre as pernas e guiou-o para dentro de si. Com os dedos ela afastou os lábios vaginais e lentamente vi a glande desaparecer entre eles. Por momentos ficaram assim, apenas a cabeça do pénis a entrar e sair, fazendo-a estremecer. Ela olhou para mim e nos seus lábios desenharam-se as palavras “amo-te”. Na sua face afogueada, no brilho dos seus olhos, percebia o gozo que ela estava a sentir, o prazer de ser penetrada na minha frente e de saber que eu partilhava com ela esse prazer. De olhos fixos nos meus e num arremesso de tesão, empurrou o corpo para trás enterrando de uma vez dentro de si aquele pau erecto. Sentindo isso como um sinal do que ela queria, ele começou a comê-la com movimentos violentos. Enquanto me masturbava via o seu pénis entrar e sair molhado de dentro da vagina da minha mulher. Agarrando-a pelas ancas enterrava-se todo dentro dela. Junto com os gemidos de ambos, ouvia-se o som das nádegas dela de encontro a barriga dele, o entrechocar dos seus corpos num bailado de vai e vem. Cada uma das sua investidas fazia-lhe tremer as nádegas e enviava uma onda que lhe percorria o corpo transpirado fazendo-o vibrar. Apoiada nos cotovelos, com as mamas a balouçar ao ritmo dos movimentos dele, dir-se-ia que o sugava para dentro de si. Que o sentir dentro dela aquele pau avantajado, grosso, de cabeça inchada e saliente, a inundava de um prazer infinito. Enquanto ele a penetrava com a fúria do desejo, ela tocava-se com mão e eu sabia que não tardaria a vir-se. Porque a conheço profundamente, percebia que o seu orgasmo não estava longe. Deitando-me a seu lado segurei-lhe a cara entre as minhas mãos. Sempre adorei a sua expressão no momento mágico em que se vem. Agora ia ter o prazer de ver essa expressão enquanto outro lhe dava o orgasmo. Os seus olhos aumentaram de brilho, os músculos faciais contraíram-se e da garganta soltaram-se sons em que apenas eu poderia perceber que dizia “vou-me vir, amor, vou-me vir”. O seu corpo contraiu-se. Um longo gemido saiu-lhe dos lábios, seguido de várias novas contracções. De lábios entreabertos, o prazer estampado no rosto, abandonou-se ao orgasmo. Aos poucos, o seu corpo, percorrido pelos derradeiros espasmos, foi desfalecendo enquanto eu, acariciando-lhe a face entre as mãos, a beijava no rosto e na boca. Puxei-a para mim e apoiei-lhe a cabeça no meu peito, envolvendo-a num abraço em que misturava o meu amor, o carinho que sentia por ela e a excitação de a ver completamente abandonada ao lânguido cansaço que sobrevém ao desejo satisfeito. O nosso amigo por sua vez atingia o seu próprio clímax. Enterrando-se profundamente dentro dela vinha-se com gemidos que foram certamente ouvidos fora do privado. Em espasmos consecutivos descarregou dentro dela o seu prazer. Por momentos esqueci-me que ele tinha um preservativo colocado e imaginei como seria a vulva da minha mulher cheia do seu leite. Ainda com as mãos a agarrá-la pelas ancas, foi-se retirando lentamente enquanto lhe beijava os ombros, as costas, a cintura e as nádegas. Depois de ter retirado a camisinha cheia e a ter depositado no lixo, colocou de novo a toalha em volta da cintura e beijando delicadamente Lara na face, agradeceu e despediu-se, deixando-nos de novo a sós. Esquecidos do correr do tempo, deixamo-nos ficar deitados, abraçados um ao outro, a saborear a ternura do contacto dos nossos corpos. Eu não tinha tido nenhum orgasmo mas naquele momento também não sentia a necessidade de o ter. Sabia que em casa, calmamente voltaríamos a fazer amor. Não com a fúria de uma fantasia entre estranhos, mas com a paixão e o amor que fazia de nós um só.