quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Continuação da aventura na praia


Continuação de um conto anterior…

Durante algum tempo ficamos a modorrar ao sol. O calor, a brisa suave, o marulhar das ondas, enfim tudo isso nos dava uma calma e uma tranquilidade em que nos deixámos arrastar para a sonolência.


Passado algum tempo acordei e olhando na direcção do estranho reparei que ele se havia virado para o nosso lado. De vez em quando levantava a cabeça na nossa direcção, olhava com alguma atenção e voltava a olhar para o jornal. Mas eu fiquei com a sensação que mesmo quando parecia ler, na verdade espiava-nos disfarçadamente. Só depois reparei que a meu lado a Lara tinha adormecido com as coxas semi abertas e que de onde ele estava tinha uma boa visão das suas partes intimas. Não admira que ele tivesse dificuldade em se concentrar na leitura do jornal. Alheia ao quadro que oferecia à vista do desconhecido, a minha mulher, de olhos fechados respirava tranquilamente. Os seus seios de mamilos protuberantes subiam e desciam ao ritmo da respiração. Por entre eles uma gota de transpiração escorreu-lhe até ao umbigo. Na anca um pouco de areia tinha-se colado à humidade da pele. Com uma carícia suave a minha mão sacudiu-a. Neste gesto afastei-lhe um pouco mais as coxas, atento à reacção do nosso observador. Enquanto nos olhava, ou antes, olhava o corpo exposto da Lara, vi-o levar a mão ao ventre e pareceu-me que afagou o pénis. Debaixo do sol senti um ligeiro endurecimento do meu próprio pénis. Alcancei o protector solar que estava nas nossas mochilas e comecei a aplica-lo no ventre da Lara. A sua pele adquiria um leve tom ruborizado que precede o verdadeiro bronzeado. O creme ao contacto com a pele quente tornava-se mais fluido e a minha mão deslizava com facilidade. Via entreabrir os lábios mas não chegou a dizer nada, apenas os molhou com a língua. Metodicamente espalhei o filtro pelo seu peito, pelas ancas, ventre e seios. Nestes sentia os mamilos já de si grandes, ficarem empinados. Dois lindos pipinhos rosados no centro de enormes aureolas igualmente rosadas que coroavam o volume da mama. Ela continuava adormecida ou quase. Apenas de vez em quando parecia inspirar mais profundamente. Por vezes alongava a minha carícia até ao interior da coxa. Apoiado no meu braço esquerdo, quando a minha mão direita avançava quase até ao joelho dela, sentia roçar a face por estas tenras partes da minha fêmea. Os meus lábios iam-lhe beijando a pele, os seios, a barriga, o umbigo. No caminho de regresso, o inverso. Novamente o umbigo, o ventre, as mamas, a boca. Por entre os joelhos entreabertos dela, via ao fundo o nosso vizinho de praia, que mal conseguia tirar os olhos de nós. Estava deitado na toalha, mal coberto pela sombra do chapéu de sol, numa linha perpendicular ao nosso plano de visão. Como já tínhamos visto anteriormente, estava nu. Mas agora aparecia noutra posição. Deitado sobre o lado direito, apoiado na ligeira inclinação da duna, olhava um pouco mais descaradamente. Mais que uma vez vi-o passar a mão entre as pernas, como que a acariciar os testículos. Embora não desse para ver bem, tinha a certeza de ver por vezes o pau aparecer entre os seus dedos. Sem dúvida que me dava alguma tesão saber que aquele estranho observava…


…Perdi um pouco a noção do tempo enquanto ia passando do estado de vigília para um semi adormecimento. Ia-me deixando embalar pelo som das vagas, pelo calor do sol no meu corpo nu, pela carícia da brisa. Senti a mão do Charlie a espalhar protector em mim. No abdómen, nos braços no peito, o suave absorver do creme na minha pele. Uma vez e outra um toque que se prolongava mais até ao ventre, trazia-me de novo à tona da consciência. Neste meu flutuar sonolento, uma vaga ideia, apenas uma fagulha no fundo da mente, de que alguém nos observava. Pensamento que sem estar completamente presente, me deixava no entanto algo acesa. Aquele estado que sobretudo as leitoras saberão tão bem reconhecer de nos sentirmos extremamente sensíveis ao toque e às carícias. Não é a excitação de ficarmos todas molhadas, mas uma lânguida maciez dos sentidos. Uma vaga, mas agradável sensação que nasce dentro de nós e que se nos abandonarmos a ela nos conduz a mais vontades. E a situação era de todo propícia ao abandono. Assim, enquanto sentia o sol aquecer as partes do meu corpo que normalmente o bikini tapava e as mãos do meu marido me massajavam passando cada vez mais perto das minhas coxas, das minhas virilhas, dos lábios da minha coninha, eu sentia-me a ficar menos sonolenta e mais acesa. Um toque breve dos seus lábios no meu mamilo, fez-me estremecer e entreabrir os olhos. O brilho do sol na areia clara obrigou-me a pestanejar. Recordei onde estava e instintivamente olhei ao redor. Um pouco mais perto do que antes (segundo me pareceu) o desconhecido olhava-nos. A vaga sensação que se me introduzira sub-repticiamente no pensamento tornou-se saber certo, de cabeça acordada. Ao mesmo tempo aquele langor voluptuoso da semi consciência, transformou-se em súbita excitação. Fechei de novo os olhos e foquei a minha atenção na carícia da mão de Charlie. Quando os reabri fixei a imagem de um homem a cerca de vinte metros, meio oculto por uma das grandes pedras que juncavam a parte superior da praia junto à base da falésia. Aparentando quarenta e poucos anos, de estatura média tinha o corpo harmonioso bronzeado. Continuei acordada mas a preguiçar, imóvel a sentir o calor do sol. Mais para a direita e para perto do mar, o desconhecido que nos tinha observado olhava mal disfarçadamente para nós. Nu, deitado sobre o flanco direito com um joelho flectido e apoiado no cotovelo parecia exibir para nosso beneficio o pénis em erecção. Percebi que na linha em que estava tinha uma boa visão das minhas coxas entreabertas. Certamente era isso que lhe provocava aquele estado. E claro que o meu marido já se tinha apercebido. Este pensamento fez-me sentir subitamente molhada. Sabia perfeitamente as fantasias dele. Essas, há muito tema de nossas conversas de amor, passaram-me pela cabeça. Bem como recordações de algumas das coisas daquele género e de outros que já fizéramos. A mão de Charlie, numa carícia, baixou-me um pouco a perna direita. Reagindo á sua não explicita sugestão, fiz o mesmo com a outra perna. A nuca apoiada na mochila, dava-me uma ligeira inclinação à cabeça de modo que podia ver o areal para sul. Sentia nos pés a textura da areia. Por entra os meus joelhos afastados tinha uma perfeita visão do estranho. A sua mão de vez em quando agarrava o pénis e fazia uns quantos movimentos, deixando-o depois a apontar, como uma flecha pronta a disparar para as nuvens. De onde estava, tinha certamente uma tão boa visão das minhas pernas abertas, do interior das minhas coxas, da minha ratinha entreaberta, com o tufozinho de pelos que a coroam, e até quando eu me mexia, do meu rabinho. Ainda que um pouco envergonhada como eu sou nestas situações, sentia o stress agradável da excitação. Sabia que Charlie estava ciente que o estranho me estava a observar. E que não era por acaso que parecia fazer as carícias no meu corpo de modo a mostrar mais de mim. Ele sabia que me excitava e eu sabia que ele também estava excitado. E sabia que tinha a cumplicidade dele. Já tínhamos tido algumas situações de ser observados enquanto nos acariciávamos ou mesmo enquanto ele brincava e expunha as minhas mamas. Essas situações deixavam-nos sempre muito excitados a ambos, e fosse nalgum sitio mais escondido ou fosse depois em casa, acabavam sempre com sessões de delicioso sexo, por vezes violento, outras carinhoso, geralmente ambos. Naquela posição exposta, com os dedos do meu marido a passarem perigosamente perto do meu sexo, sentia este a ficar molhado. Olhei em volta para ver se mais ninguém estava a observar. Era bom e erótico sentir o desconhecido a olhar e a tocar-se, mas não queria mais mirones a espreitarem. Olhei de novo na direcção onde tinha visto o segundo homem. Não estava no mesmo sitio, mas vi-o um pouco mais abaixo por trás de alguns juncos que orlavam os grandes blocos de pedra. Ligeiramente mais perto agora, não deixei de reparar que também ele estava com uma erecção. Pensei para comigo que devia também ter estado a masturbar-se. Senti a boca seca e procurei a garrafa de agua. Ao fazer isto, ergui-me e sentada ao lado de Charlie, bebi sofregamente. Alguma agua escorreu-me pelo canto da boca e provocou-me um arrepio ao senti-la correr fria pelos seios. Olhei e sem surpresa notei os mamilos erectos. Para quem não me conhece, eu sou uma mulher alta, pele clara, cabelo castanho, ondulado, pelos ombros e… mamocas grandinhas (o meu marido gosta sobretudo dos meus mamilos). Ao meu lado notei que Charlie estava com uma erecção. Era claro que tinha estado a apreciar a situação. Temos uma cumplicidade muito grande e eu sabia o que lhe ia na cabeça. Apoiei a mão no seu peito. Tinha a pele quente do sol. Ele deitou-se para trás e eu rolei na toalha e fiquei encostada a ele. Soube-me bem sentir o seu corpo quente encostado ao meu. Os nossos tons de pele formavam um contraste marcado. Ele escuro, moreno e bronzeado. Eu de pele clara que apenas começava agora a adquirir um bronzeado pálido. Uma linha definida onde os nossos corpos se tocavam. O meu braço sobre o seu peito, a curva do meu seio apoiada no seu ombro, os nossos corpos juntos. Ele fechou os olhos e comecei-lhe a beijar a face. As pálpebras, o nariz. Tocando apenas aos de leve com os lábios nos dele. Entretanto a minha mão, como por vontade própria, foi descendo, brincando com os pêlos ralos, sentindo os relevos do ventre. Chegando ao inicio dos pêlos púbicos numa leve carícia. Verifiquei que estávamos alinhados pouco mais ou menos, com o nosso desconhecido observador. Este, cada vez mais descaradamente, olhava-nos. Já não fazia menção nenhuma de ocultar que se masturbava. Observei o pénis do meu marido que com o aproximar das minhas festas àquela zona se começava a erguer para o sol. Debrucei-me sobre Charlie e os meus mamilos tocaram na sua pele quente. Senti como que um choque. Um choque que partiu dos bicos endurecidos das minhas mamas e percorrendo todo o meu corpo, se foi focar na parede anterior da minha cona…


… a Lara estava agora acordada. Eu sabia, e ela sabia que eu sabia, e …, que ela estava excitada com a situação. Tenho a capacidade, fruto de nos compreendermos um ao outro sem palavras, de notar a mudança de modo nela. Ainda que profissionalmente lide com muitas pessoas, ela é no particular reservada e algo envergonhada. No entanto, quando fica acesa transforma-se. Quem a conhece apenas do dia a dia, nunca seria capaz de  imaginar algumas situações em que estivemos juntos. “Juntos” é a nossa palavra importante. Todas estas nossas brincadeiras serviram sempre para reforçar esse “juntos”. Bem, adiante… Deitei-me para trás na toalha. Na minha frente podia ver o nosso companheiro de praia, sempre interessado no que fazíamos. Umas vezes deitado de costas, outras de lado virado para nós, mexia no pau sem tentar disfarçar. Dir-se-ia antes, que o empunhava orgulhoso, como a oferecê-lo para nosso beneficio ou para beneficio da Lara. Mais acima, outro tipo que eu também já vira antes mas mais afastado, veio-se sentar na toalha próximo de nós. Também estava despido e apenas trazia com ele a toalha. Presumi que estava com as coisas dele noutra zona da praia. Devia andar por ali a caminhar na praia, ter visto que estava ali uma mulher nua e ter vindo espreitar. Alto, com bom aspecto, o corpo bronzeado por igual dizia que fazia nudismo, provavelmente era um habitual daquela praia. Enquanto caminhava via-se à sua frente o pau a balouçar. Sem duvida que estivera a espreitar e percebendo que não nos importávamos, resolveu aproximar-se para ver melhor. Fechei os olhos e senti a Lara beijar-me. Os seus lábios frescos, beijaram-se a cara, os olhos e a boca. Sentia a sua mão percorrer-me o peito e o tronco. Sabia que aos poucos a carícia se ia aproximar do meu pau. Esperei pacientemente saboreando o toque suave e carinhoso dos seus dedos. Estes foram-se de facto aproximando daquela zona sensível, mas num ultimo desvio em cada viagem da mão, evitavam a base do meu pénis e deslizavam-me pelo interior da coxa ou pela virilha ate tocarem nos meus testículos. Quando ela se inclinava para chegar mais longe, sentia-lhe as mamas roçarem-me a barriga, o peito, por vezes a cara. A Lara tem (perdoem o vulgar da expressão) um belíssimo par de mamas. Grandes sem serem exageradas, com a inclinação certa, os dois mamilos maiores que eu já vi no topo de dois enormes círculos rosados que se salientam ligeiramente da superfície perfeita da mama. Amo a Lara por muitas coisas, mas não deixo por vezes de pensar em como tenho a dupla felicidade de ter uma companheira que me completa e que ainda por cima tem o tipo de corpo que me atrai. Voltando ao relato… a Lara, estava deitada de lado encostada a mim, de modo que tinha as costas e o rabo virados para o nosso segundo visitante. Provavelmente já se teria apercebido da sua presença. Sendo assim não se importava de ter um segundo espectador. O saber como ela nestas ocasiões gostava de ser observada, do seu exibicionismo normalmente oculto, dava-me uma tesão enorme. Eu, de vez em quando, entreabria os olhos para ver o que se passava à nossa volta. Aos poucos a Lara foi procurando entre as minhas pernas até ter o saco dos meus testículos na mão. Senti-a acaricia-los com os dedos. Agarrar uma bolinha e depois a outra. Escusado será dizer que o meu pau, já erecto, se entesou ainda mais. Ela, com a cabeça apoiada no meu peito, beijava e eu sentia na pele quente o toque dos seus lábios. Com a mão agarrou finalmente o meu pénis. Os dedos envolveram-no pela base foram apertando até à glande fazendo aparecer nesta algumas gotas de liquido cristalino. Ficou assim com ele na mão ficou, quase imóvel. Apenas a ponta do indicador se movia em torno de uma pequena saliência da pele logo atrás da parte de baixo da cabeça. Sentia a sua face apoiada no meu ventre. Com a mão esquerda afaguei-lhe os cabelos revoltos pela brisa. Não lhe via a cara, mas sabia que olhava fixamente para a minha erecção. Ou talvez olhasse para um ou outro dos desconhecidos que se masturbavam abertamente. Na posição em que estávamos, o nosso primeiro voyeur podia ver perfeitamente a minha mulher a mexer no meu pau, tal como ela o podia ver a ele a tocar-se. Pensei se ela estaria a olhar directamente para ele enquanto me fazia aquilo. Sabendo que ela também devia estar muito acesa, achei que era bem capaz de estar a fitar o estranho nos olhos, a dar-me o prazer a mim e o espectáculo a ele. Deitada perpendicularmente a mim, com uma perna estendida para fora da toalha e a outra dobrada, devia estar a oferecer ao outro forasteiro um amplo panorama das suas nádegas. Sim, o tipo que se sentara um pouco mais acima, talvez a uns cinco ou sei metros, tinha o rabo da minha mulher virado para ele. Pousei-lhe a mão no quadril e fui-a apalpando. Os meus dedos apertaram-lhe a bochecha carnuda do rabo. afastando-a um pouco sabia que a estava a deixar toda aberta perante o olhar do desconhecido. Ela então soergueu-se e ficou ajoelhada a meu lado. De joelhos afastados a meu lado continuou a masturbar-me. Entre os dedos fazia deslizar a pele do meu pénis para cima e para baixo e eu sentia que estava cada vez mais molhado….


… continuei a beijar-lhe o peito e a barriga. Brinquei-lhe com a língua no umbigo. A minha mão deixou o saco das suas bolinhas e devagar foi subindo até agarrar no pénis. Adoro a sensação de o sentir duro na minha mão. Comecei a manuseá-lo lentamente. Um pouco de liquido transparente brotou da fendazinha e escorreu-me pelos dedos. Levei-os à boca e senti-lhe o sabor salgado. Sempre gostei de fazer oral e contrariamente ao que sei de algumas amigas, não me faz nenhuma impressão o esperma na boca. Com o meu marido, e também com alguns relacionamentos que tive antes, gostei sempre do momento em que um pau se vem na minha boca. Nem a textura nem o sabor me são desagradáveis, antes pelo contrário. Mas este liquido  tem um sabor e uma textura diferentes. Mais fluido, menos viscoso, mais salgado do que acre, essas gotas que a tesão dele me oferece são para mim como um licor que me deixa ainda mais excitada. À medida que o ia acariciando, entre masturbá-lo devagarinho e brincar com a mão nos seus testículos, ou com as pontas dos dedos na cabecinha inchada, mais gotas de liquido ele ia produzindo. Sentia na veia que percorre o tronco do membro o pulsar do seu coração. Atrás de mim adivinhava os olhos de um desconhecido postos no meu rabo. Com a perna esquerda flectida sentia-me aberta e sabia que ele podia ver o meu rabo e os lábios da minha ratinha entreabertos. A mão do Charlie apalpava-me as nádegas e sentia-a afastá-las. Percebendo que a intenção dele era expor-me, resolvi mudar de posição de modo a provoca-lo e a provocar o desconhecido. O calor da situação deixava-me molhada e inebriava-me. De outro modo não seria capaz daquela ousadia. Ajoelhei-me ao lado dele com o cuidado de ficar com as pernas um pouco abertas. Sabia que assim, quando me debruçasse sobre o meu marido ia deixar ao nosso entesado espectador a plena vista de todo o meu traseiro. Enquanto a minha mão continuava o vaivém no pau de Charlie, fui-me aproximando até sentir aquela cabecinha púrpura e brilhante tocar as minhas mamas. Balouçando-as por cima dele entretive-me a tocar-lhe com os bicos dos seios e a vê-los ficarem molhados. De gatas, com o rabo empinado, aproximei-me até o ter a poucos centímetros dos lábios. Com a mão esquerda pressionei entre as suas pernas, entre os testículos e o ânus, e com a direita apertei-o desde a base até à cabeça. Um fio grosso de liquido nasceu e molhou a superfície em forma de morango. Avidamente lambi-o e de seguida fi-lo deslizar para dentro da minha boca. Os meus lábios em torno do tronco sentiam-no duro e a ponta da minha língua tacteava em torno da glande. Sempre gostei de fazer oral a um homem. A sensação de o ter na boca, duro, teso e saber que somos a causa disso. Que a nossa boca molhada de saliva é a causa e o proveito dessa tesão. Novamente esta sensação me invadiu. Fiquei assim a chupá-lo durante alguns minutos. O tempo, ou a passagem do tempo era algo de que perdera a noção. Sabia que o meu marido estava tão excitado com a situação como eu própria. Estar ali, ao sol, num areal infinito, a chupar o meu marido e sabendo que estava a ser observada por dois outros homens, deixava-me perdida de tesão. Baixei mais a cabeça até ter todo o seu membro na boca, sentindo-o tocar na garganta. Neste movimento empinei mais o rabo, sabia que assim ficava ainda mais exposta. Sentia-me toda molhada e imaginei o que o estranho estaria a pensar ao ver-me ali a mostrar-lhe a minha coninha e as minhas nádegas todas abertas. Estaria ele a interpretar aquilo como um convite? Pelo canto do olho vi à minha direita, o outro homem que cada vez mais perto de nós se masturbava. Ao mesmo tempo tive consciência do risco da situação. Dois desconhecidos que poderiam querer aproveitar-se de mim. Ainda que isso também me deixasse acesa, ou pelo menos correspondesse a alguma fantasia minha. Enquanto pensava nisto o tipo que estava mais perto de nós aproximou-se. Estava agora a dois passos da minha toalha. Pude confirmar que tinha uma boa figura. Teria cerca de um metro e oitenta, ombros largos, algum músculo mas não em demasia. A pele tinha um tom bronzeado mas não tão escuro como o de Charlie. Pêlos ralos e alourados provavelmente pelo sol, cobriam-na nas pernas e nos braços. O cabelo curto aparecia por cima de uma testa alta, e esta por cima de um par de olhos castanhos. De um modo geral, as feições, se não completamente bonitas, eram agradavelmente másculas. Na boca ostentava um sorriso simpático e cativante. Ao chegar junto de nós deu as boas tardes numa voz clara…


… a Lara parecia estar cada vez mais acesa. A mim acendia-me toda aquela situação. E também o facto de saber que ela estava a gostar. Ou porque a posição se tornasse desconfortável, ou mais provavelmente porque, quebrada a barreira do racional, se quisesse oferecer à vista de quem nos observava, pôs-se de gatas e começou a brincar com o meu pau. Ia-me masturbando e espalhando o liquido pela cabeça do pénis com os dedos. De vez em quando sentia as suas mamas a tocarem-me e  isso provocava-me ondas de excitação que me percorriam o corpo. Outras vezes eram os seus lábios que afloravam a cabeça púrpura do meu sexo. Outras ainda fazia-o roçar suavemente pela face, desde a testa, pelas pálpebras, pelo nariz, boca, queixo e pescoço ate aos seios. Não deixei de me aperceber que ela se tinha colocado em posição tal que o seu rabo estava virado para um dos espectadores, precisamente aquele que antes eu tinha avistado entre os rochedos, e que agora se encontrava perto de nós. Também o outro estranho, sempre a olhar-nos e a tocar-se, tinha uma boa visão do seu corpo. Estando ela de gatas, ele via-a de perfil. O rabo empinado, debruçada sobre mim, as mamas a balouçarem enquanto a sua boca engolia ritmicamente o meu pau, oferecia-lhe como que uma cena de filme pornográfico. Só que ao vivo e a cores, como se costuma dizer. Toda estas situação fazia-nos correr a adrenalina nas veias, a mim e certamente também à Lara. Com uma mão acariciei-lhe os seios. Gosto de brincar com as mamas dela enquanto me faz oral. Senti-las cheias, grandes, os mamilos inchados entre os meus dedos. Na posição em que ela se encontrava os seios caiam-me na mão em taça como um fruto cheio e tenro. Com a outra mão afaguei-lhe os cachos de cabelo ainda um pouco húmido e salgado. Continuei o gesto numa festa pelo pescoço. Sei que ela é muito sensível ao toque nessa zona. Os meus dedos percorreram-lhe a nuca e o brincaram na sua orelha. De seguida, pela face até tocarem nos lábios. Senti-lhe o contorno destes enquanto deslizavam pelo tronco do meu membro. Abandonei-me ao prazer que a sua boca me dava. De olhos fechados saboreei o broche que a minha mulher me fazia no meio de uma praia banhada de sol e na presença de dois estranhos. Estranhos que estavam obviamente entusiasmados com o que viam. Sentia a sua boca engolir todo o meu pénis até os lábios tocarem na base. Durante alguns segundos ficava assim, com ele todo na boca. Depois, lentamente ia percorrendo o caminho inverso, até ficar apenas com a glande entre os lábios. Outras vezes tirando-o da boca, masturbava-o um pouco, ou apertava-o desde a base ate ao topo e ficava a ver gotas de fluido aparecerem na ponta, que ela prontamente lambia. Mais uma coisa que me agrada sexualmente na minha mulher é o facto de ela gostar de esperma. Algumas mulheres não gostam, outras suportam, mas a Lara ao longo do tempo acabou por me fazer acreditar que gosta. Imagino que não seja propriamente gostar do sabor, mas do prazer de sentir um pau a gozar, a vir-se, de sentir o líquido quente na língua e na garganta enquanto o engole, da tesão que isso lhe provoca. Naquele momento ia colhendo com a ponta da língua este lento mas continuo correr do meu prazer. De olhos fechados, não me apercebi da aproximação do estranho. Só quando ouvi o seu amigável “boa tarde” é que me apercebi da sua presença…


…continuando a manusear o pénis do meu marido olhei para o desconhecido. Perante o insólito da situação senti-me algo envergonhada mas ao mesmo tempo não conseguia largar o pedaço de tesão que tinha entre os dedos. Demonstrando algum à-vontade e exibindo um sorriso confiante, ele aproximou-se mais e ajoelhou-se quase a meu lado, continuando a tocar-se. Assim de perto, podia ver bem o seu pau erecto e já um pouco molhado na ponta. Tinha o pénis grosso e quando a pele corria para trás podia ver-lhe a cabeça inchada que parecia apontar para mim. Dei por mim a pensar como seria tocar-lhe, senti-lo na minha mão ou na minha boca, ou até senti-lo a penetrar-me. Ele olhava ora para mim, ora para a minha mão a masturbar o Charlie. O calor que me afogueava não era apenas do sol. Sentia-me quente por dentro. A minha vagina estava encharcada e a excitação não me deixava pensar racionalmente. Queria sentir algo dentro de mim. Queria ser comida. Rodando sobre mim própria, passei uma perna por cima do corpo do meu marido e fiquei com um joelho de cada lado dele. Continuando a segurar o seu pénis fi-lo tocar no meu clítoris. Durante momentos fiquei assim, soerguida sobre o Charlie, enquanto esfregava a cabecinha do seu pau no meu grelinho e nos lábios da minha ratinha. Aos poucos fui-me baixando e senti-o a entrar em mim. Lentamente a minha coninha foi engolindo toda a tesão do meu marido. Com as mãos apoiadas no seu peito, deixei-me ficar a senti-lo. Partindo da vagina, sentia como que uma onda de prazer que se propagava pelo meu corpo. Comecei a mover-me lentamente. A cada movimento sentia-o penetrar dentro de mim. As suas mãos percorriam-me o corpo, acariciavam-me, apalpavam-me. Sentia-as nas minhas ancas, nas minhas mamas, no meu rabo. Inclinei-me sobre ele e beijei-o. Os nossos lábios ficaram colados enquanto as nossas línguas brincavam uma com a outra. Ali estava eu, a fazer amor com o meu marido na frente de um desconhecido e sabendo que outro nos observava a pouca distância. Por um momento olhei para trás e confirmei que ele continuava a masturbar-se olhando para nós. Na posição em que me encontrava sabia que ele tinha uma perfeita visão das minhas nádegas e do pau do Charlie a entrar na minha ratinha molhada. À minha frente o nosso amigo voyeur continuava a tocar-se.  Tinha o pau completamente teso e já todo molhado. Senti uma vontade irresistível de lhe tocar. Olhei para o Charlie e percebi que ele me adivinhara o desejo. Perdendo um resto de vergonha, estendi o braço e agarrei-lhe no pau. Estava duro e deixou-me a mão molhada. Ele, entendendo isto como um aval para ir mais longe, chegou-se para mim e começou a acariciar-me. Enquanto eu continuava a cavalgar o meu marido, as suas mãos foram-me acariciando os seios. Senti uma delas descer pelas minhas costas até chegar ao meu rabo. Primeiro algo a medo, depois cada vez com maior confiança, foi-me apalpando toda….


… a Lara segurou o meu pénis e começou a roçá-lo nos lábios da vagina. Lubrificada pelos nossos líquidos, sentia a glande deslizar entre eles e isso dava-me um prazer enorme. Aos poucos a sua ratinha foi engolindo todo o meu pau. Esta é a posição que ela mais gosta. Por cima de mim ela tem o controle dos movimentos enquanto sente o vaivém do meu membro dentro de si. Muitas vezes é assim que ela se vem, sentindo o roçar do clítoris na base do meu pénis. Com ela debruçada sobre mim, as mamas balouçavam a poucos centímetros da minha cara. As minhas mãos em concha acariciaram-nas e procurei com a boca os seus mamilos. Ela continuava a cavalgar-me e eu sentia o sumo da sua coninha a escorrer pelos meus testículos e pelas minhas virilhas. Enquanto lhe beijava e chupava as mamas, via no seu rosto estampada a imagem da tesão. Por vezes agarrava-a pelas ancas e puxava-a de encontro a mim. Outras vezes as minhas mãos desciam até às suas nádegas e agarrando-as com força deixava-a toda aberta. Sabia que ela gosta de se sentir assim quando está a fazer amor por cima de mim. Sabia também que deste modo mostrava ao outro desconhecido o rabo da minha mulher, a sua cona onde o meu pau entrava e saía lubrificado e o seu ânus aberto, e isto deixava-me ainda mais excitado. Ao nosso lado o estranho masturbava-se e eu notei que a Lara não tirava os olhos do pau dele. Conhecendo-a e sabendo que o ponto para lá do qual ela perde todo o pudor tinha já sido ultrapassado, com um olhar incentivei-a a avançar na sua intenção. Via então estender a mão e com a ponta dos dedos tocar-lhe no pénis. Primeiro ao de leve foi espalhando o liquido que ele babava, depois envolveu-o com os dedos e começou a manuseá-lo lentamente. De cada vez que o percorria desde a base até à cabeça, uma gota de liquido translúcido aparecia na ponta e deixava-lhe a mão molhada. Vi as mãos dele procurarem-lhe as mamas e sem que ela fizesse qualquer gesto de recusa, começarem a percorrer-lhe o corpo. Talvez pareça estranho a quem nunca esteve numa situação semelhante, mas ver a Lara ser apalpada e apalpar o sexo de outro homem dá-me uma tesão fantástica. De certo modo fico contagiado pelo prazer dela. Por saber o quanto a excita sentir-se o objecto do desejo de outros homens, porque sei e sinto a tesão dela quando fazemos algo deste género, porque o fazemos juntos e por mil outras razões que me não ocorre explicar aqui, partilho do seu prazer e faço meu o seu gozo. Enquanto o masturbava foi-se deitando mais para cima de mim até eu sentir os seus seios tocarem o meu peito. Sem espanto, vi-a aproximar-se da glande intumescida. A sua expressão parecia indicar que estava como que hipnotizada pela visão do membro que se lhe oferecia. Sabia o que ia acontecer de seguida, sabia que ela não ia resistir. Durante alguns minutos ficou assim, com o pénis dele quase a tocar-lhe nos lábios. Então, de uma só vez abocanhou-o e começou a chupá-lo com sofreguidão. Enquanto o meu pénis se enterrava profundamente no interior da sua ratinha, o pau do estranho entrava-lhe e saia-lhe da boca, molhado de saliva e de fluido seminal. De vez em quando tirava-o da boca e lambia-o desde a base. Via a sua língua brincar em torno da glande, lamber a parte inferior e colher as gotas de liquido que se iam formando na ponta. Ficamos assim os três durante um bocado, ela a chupá-lo enquanto se enterrava no meu pau, eu a gozar a sensação de deslizar entre as paredes da sua cona . Movimentos coordenados faziam com que ela se sentisse penetrada alternadamente por mim na vagina e por ele na boca. De cada vez que se inclinava para a frente o membro dele desaparecia-lhe entre os lábios. Depois via-o sair novamente, molhado, até que só a glande lhe permanecia na boca. Entretanto o outro homem vendo que não nos importáramos com a companhia, perdeu finalmente o resto de vergonha e foi-se aproximando. A poucos passos de nós  parou e ficou a observar continuando a masturbar-se.


…sentia o pau do meu marido enterrar-se em mim a cada movimento. A minha ratinha estava encharcada. Uma vez mais a minha fantasia de estar com mais que um homem ao mesmo tempo estava a ser concretizada. Entre outras coisas que gosto no Charlie, esta cumplicidade e este partilhar do prazer é mais uma que nos une. As nossas fantasias e aquilo que nos excita complementam-se. Sabia que o que quer que fizesse, tinha a sua aprovação. Inclinei-me mais para o desconhecido  e ele percebendo a minha intenção e porque certamente estava desejoso de sentir a minha boca chegou-se mais para mim. Finalmente senti aquele pau entesado tocar-me nos lábios. Com a ponta da língua lambi-lhe a cabecinha inchada e senti o delicioso sabor do seu liquido. Algumas lambedelas e não resistindo mais coloquei-o na boca. Primeiro fiquei apenas com a glande entre os lábios, mas aos poucos fui-o engolindo todo. Senti-o por fim tocar-me na garganta quando os meus lábios se encostaram ao seu púbis. Como já disse antes é algo que adoro fazer. Gosto de chupar um pénis. A sensação de o ter duro e inchado na boca, de saber a tesão que lhe estou a dar, de saber que ele me usa para seu prazer, é algo que me deixa louca. Enquanto o chupava ele ia-se movimentando para trás e para a frente em sincronia comigo. O seu pénis penetrava-me na boca como se estivesse a fornicar uma vagina. Uma mão apoiava-se na minha nuca e acompanhava o vaivém da minha cabeça, enquanto eu sentia a outra procurar entre as minhas nádegas. Os seus dedos percorreram o rego entre elas e acariciaram-me o ânus. Depois desceram um pouco mais e senti-os nos lábios da minha vagina. Deslizando, lubrificados pelo meu fluido, tacteavam em torno deles à medida que o pénis do meu marido entrava e saía. A sensação de ser tocada aí enquanto o pau de Charlie me penetrava fazia-me sentir perigosamente próximo do orgasmo. Entretida como estava não me tinha apercebido da aproximação do outro estranho. Este tinha-se aproximado por trás de mim e estava a masturbar-se olhando a cena. Virei a cabeça na sua direcção e vi que pelos movimentos e pela expressão que estava quase a vir-se. Tendo estado a tocar-se desde que nos observava não era de estranhar. Ele aproximou-se um pouco mais e ajoelhando-se atrás de mim começou a esfregar o pau no meu rabo. Sentia-lhe a cabeça do pénis molhada a tocar entre as minhas nádegas enquanto se masturbava. Sou extremamente sensível na zona anal e com o meu marido é frequente vir-me enquanto ele me come no rabinho. Assim a somar a toda a tesão daquela tarde, tinha agora mais um pau a babar-se entre as minhas nádegas. Tinha a deliciosa sensação de estar a quebrar todos os tabus. De me estar a comportar como uma verdadeira putinha a ser usada e a usar aqueles três machos, um deles o meu marido, para meu gozo. Voltei a abocanhar o pau que tinha na frente e chupei-o com vontade. Não tardou muito que ouvisse uma exclamação rouca logo seguida de uma sensação quente e molhada entre no meu rabo. O desconhecido vinha-se para cima das minhas nádegas. Senti o seu leite cair-me na pele em vários jactos que me molharam as ancas e o fundo das costas. Senti-o escorrer pelo rego do rabo, pelo ânus. Uma ultima gota correu até aos lábios da minha coninha e molhou o pau do meu marido misturando-se com o meu fluido vaginal. Finalmente encostou-se a mim e agarrando-me pelas ancas ficou a esfregar o pénis no meu rabo enquanto ia perdendo a erecção. Quando recuperou do orgasmo, com uma ultima festa nas minhas coxas, levantou-se e afastou-se sem uma palavra. Pouco depois senti que o outro se ia vir. Tirei-o da boca e com a mão comecei a afagar-lhe os testículos. Ele segurou o pénis apontado para mim e com alguns movimentos rápidos começou a ejacular. A visão daquele pau grosso e teso a vir-se despoletou o meu próprio orgasmo. Completamente transtornada de tesão vim-me enquanto recebia na cara e nas mamas os jactos fortes do seu esperma. Do interior da minha vagina partiam espasmos que me percorriam toda. O meu corpo, sentia-o como que moldado em gelatina. Por momentos que pareciam não ter fim vim-me cavalgando o Charlie enquanto uma torrente deixava as minhas mamas, a minha cara e o meu cabelo inundados de leite. Perdidas as forças, os meus músculos não conseguiam suportar-me e caí meia desfalecida sobre o corpo do meu marido. Senti os seus braços envolveram-me num aperto cheio de carinho e de amor, enquanto dentro de mim sentia a sua tesão explodir e deixar-me por dentro cheia da sua semente. Enquanto sentia as ultimas contracções dele na minha ratinha percebi vagamente algumas palavras do estranho, um agradecimento ou talvez  uma despedida. Quando voltei a mim estávamos sozinhos, os nossos corpos transpirados encostados um ao outro, as minhas mamas sujas de esperma apoiadas no seu peito. Da minha coninha escorria o também o esperma de Charlie que se misturava com o de um desconhecido que nunca mais voltaríamos a ver.